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A importância do uso do capacete.

Praticar uma nova atividade exige sempre um preparo. Há esportes que podem demandar maior esforço muscular, equilíbrio, técnica, acessórios adequados. Há os que também necessitam de grande atenção com a segurança.

O ciclismo é um destes. Praticar exercícios com bicicleta envolve riscos, principalmente em áreas urbanas, e muito se discute a relevância do uso de equipamentos.

Nos trajetos de bicicleta pelas cidades, seja a lazer ou como meio de transporte, o uso do capacete ainda é motivo de uma série de discussões. Por isso vale a pena conferir alguns argumentos a favor do uso do equipamento, lembrando que a escolha final cabe ao ciclista e que devemos respeitar a opção de cada um.

Aqui você confere 5 motivos para nunca mais sair de bike sem proteção.

1.Não é obrigatório, mas é recomendado

O uso do capacete pelo ciclista não é obrigatório pelo CTB – Código de Trânsito Brasileiro. Entretanto, várias revistas e blogs sobre ciclismo recomendam o uso do equipamento. A recomendação é baseada no fato de que acidentes de bicicleta são comuns e os tombos existem. Como qualquer veículo de duas rodas, a bicicleta está sujeita a quedas.

2.Os capacetes estão mais confortáveis

Alguns ciclistas preferem não usar o equipamento por achá-lo desconfortável. Atualmente muitos modelos são projetados para proporcionarem maior ventilação e alguns também possuem uma aba removível, protegendo do sol e também de galhos e objetos. O capacete meia casca ou capacete meia concha é um dos preferidos dos praticantes de mountain bike e são ótimos para o dia-a-dia também. Existem também alguns produtos, como o gorro, para serem usados sob o capacete e absorver o suor.

3.Em alguns países o capacete é obrigatório

Entre os argumentos mais comuns para não usar o capacete está o de que em muitos países da Europa o equipamento não é obrigatório. É verdade. Mas pouco se fala que em muitos outros lugares, como na Austrália, a lei determina que os ciclistas trafeguem de capacete. Via de regra a não obrigatoriedade ocorre em países onde há maior infraestrutura de ciclovias e a cultura da bicicleta está mais difundida, gerando por consequência maior respeito aos ciclistas e à legislação de trânsito como um todo. No Brasil, onde nem a regra de manter a distância de um metro e meio do ciclista é respeitada pelos motoristas, pedalar sem capacete pode ser bem arriscado.

4.Proteção para diferentes lesões

Se em caso de acidentes mais graves o capacete não é capaz de evitar lesões, como quando o ciclista é atropelado por um veículo em alta velocidade, existem outras situações que podem resultar em tombos, colisões e outras ocorrências nas quais o equipamento pode evitar ferimentos graves e até salvar a vida do ciclista. Fora isso, o capacete protege do impacto final da cabeça contra o que quer que esteja na frente, seja o asfalto, o meio-fio, árvores, etc.

5.Mais visibilidade

Muitos ciclistas relatam que quando estão de capacete, ou usam roupas de ciclismo, se sentem mais respeitados pelos motoristas. Você pode até não se sentir mais respeitado, mas não tem como negar que um capacete com cores fortes ou com detalhes reflexivos pode deixá-lo mais visível no trânsito. O mercado oferece diversos tipos e modelos, talvez seja só questão de encontrar o seu estilo.

Para pedalar com segurança e tranquilidade mantenha sua bike sempre revisada. Conte com a ajuda de especialistas no assunto. Conte com a Indy Bike.

 

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Como ficar mais confortável e confiante na hora de pedalar?

A maioria dos ciclistas amam tecnologia e buscam sempre a última novidade através de sites e revistas pelo produto a fim de melhorar o rendimento.

E embora seja verdade que você pode sempre fazer um “upgrade” para sua bike desempenhar melhor, essa rotina simplesmente vai esvaziar sua carteira e talvez os resultados na prática não sejam tão perceptíveis.

A primeira coisa para melhorar seu rendimento é pedalar confortável em sua bicicleta, acima de tudo, uma posição natural que conecta com os três pontos de contato entre o ciclista e a bike – guidão (mãos), pedal (pés) e selim (bunda). Esses são os principais detalhes que podem fazer uma diferença enorme, afetando o quão rápido você consegue ir.

Abaixo,  algumas dicas para você tirar o máximo proveito do seu rendimento na próxima pedalada, sem custar nada a mais, apenas meia hora de ajustes e algumas de voltas da chave Allen.

Mãos

Suas mãos são os instrumentos mais importantes para você pilotar sua bike, naturalmente. O bom posicionamento é o que realmente faz a diferença.

Em primeiro lugar, não há certo ou errado quando se trata na largura do guidão, mas tudo depende do seu tamanho – principalmente dos membros superiores – e sentir-se confortável. Além disso, antes de cortar o guidão, pense qual é a posição natural das mãos ao posicionar os braços, observe o caminho das suas mãos sobre os manetes. Algumas pessoas gostam da sensação da “pegada” usando as extremidades do guidão. Se este for o caso, certifique-se de que este é o local onde as suas mãos estão localizadas ao ajustar os comandos – trocadores e manetes de freios.

Altura do manete de freio é crucial também. Se você naturalmente anda com o seu peso mais voltado para a parte traseira – posição mais relaxada: enduro / downhill – considere mover os manetes mais perto de horizontal e veja como isso vai ajudar suas mãos e braços formarem uma linha reta.

Se você naturalmente ficar mais central ou mais para a frente em sua bicicleta – posicionamento mais agressivo de ataque: maratona (“Trip Trail” ou XCM)

e cross country olímpico (XCO) – então você pode querer usar os manetes direcionados mais para baixo. Girar os manetes para a frente ou para trás sobre o guidão por alguns graus pode ter um grande efeito na posição de pilotagem.

Em termos de alcance do manete de freio, se estiver muito longe, você pode realmente demorar para chegar até os seus freios e pode forçar os braços, enquanto muito perto, pode provocar esmagamento ou beliscadas nos outros dedos. Por isso, faça esse micro-ajuste com paciência.

A largura da manopla é considerada por muitos um item importante também. Manoplas super finas forçam aqueles com mãos maiores para segurar o guidão um pouco mais apertado e sobrecarregar os braços como resultado. Como com todas as coisas aqui, a experimentação é fundamental para descobrir o que funciona melhor para você.

Pés

Seus pés são responsáveis ​​por ambos desdobramento de energia através dos pedais e absorvendo as forças que vêm para cima de você oriunda da trilha, e assim, forma outro ponto de contato essencial. Pilotos que utilizam pedais plataforma provavelmente podem parar de ler o texto aqui!

Se você usa pedal clipe, é importante que ajuste seus tacos (que encaixam nos pedais) corretamente. A maioria dos pilotos de downhill posicionam os tacos mais centralizados na sapatilha, já que é comum tirar o pé fora do pedal e precisar encaixar novamente.

O tamanho de seus pés pode ter um grande efeito sobre onde você gosta de usar os tacos, em que muito longe para a frente ou para trás pode causar uma pedalada ineficiente e, na pior das hipóteses, dor no joelho.

Glúteo

Pergunte a qualquer piloto de carro e eles vão te dizer sobre a importância de ser capaz de sentir exatamente o que seu carro está fazendo por baixo deles através de seu glúteo. No mountain bike não é diferente.

Embora as trilhas e as descidas geralmente os ciclistas pedalam pouco sentado, mesmo assim, ter a posição correta no selim é a chave para uma pedalada eficiente. No caminho perfeitamente plano pode parecer óbvio o ângulo ideal, mas quando você está na trilha e utiliza uma bicicleta full suspension, quando você coloca o seu peso em cima do selim, sua bike vai naturalmente gerar o sag. Isso significa que acontece um pequeno amortecimento e a ponta do selim mira para cima. Por isso tente mergulhar o selim por alguns graus e teste o que queremos dizer.

Além disso, tome alguns segundos para verificar onde seus trilhos do selim estão fixados no canote. Movimente o selim para a frente ou para trás pode ajudar com o alcance do guidão.

A Indy Bike tem uma equipe especializada e pronta para atender e ajustar a sua bike da melhor forma possível. Venha fazer uma revisão com a gente. Estamos esperando você!

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DÁ PRA COMEÇAR A PEDALAR DEPOIS DOS 50 ANOS?

Envelhecer é parte do processo da vida. Alguns preferem aproveitar essa fase para somente relaxar e não fazer nada. Outros são mais ativos e aproveitam anos de experiência para fazer coisas novas, por prazer, diversão ou para competir consigo mesmo e ver o quão longe pode chegar.

Confira algumas dicas:

1.Tente

Muitos ciclistas dessa faixa etária tem medo de tentar e fracassar, ou acha que não tem como ser tão rápido e forte como antes, mas esqueça isso. Você pode melhorar muito, pode superar seus tempos e ter uma performance melhor do que quando era mais novo, basta acreditar e treinar, confiança é o primeiro passo.

2.Previna-se

Você pode ter muita energia, e ser saudável, mas está mais vulnerável a doenças, então antes de começar a treinar, fale com seu médico e diga seus planos, assim você também terá mais confiança para treinar duro.

3.Treinos de intensidade

O corpo humano é muito adaptável, então você vai poder fazer treinos intensos como qualquer outro atleta mais jovem, e os benefícios do treinamento nessa idade vão além da performance, você se sentira mais disposto, e retardará o processo de acumulo de gordura, uma qualidade vida melhor.

4.Aumente de massa muscular

Faça treinamento de força para aumentar sua massa muscular, isso vai melhorar sua qualidade de vida, mas faça isso fora da temporada de corridas, para não afetar seu desempenho.

5.Planejamento

Planeje seus treinos para se motivar e ver uma melhora real, cada sessão de treino deve ter um objetivo especifico, participe de provas para ver seu progresso e impor ritmos fortes.

6.Recuperação

Você precisa descansar bem entre os treinos, cuidar do sono e da alimentação, o cansaço pode causar fadiga e lesões, prejudicando não só o seu treinamento, mas sua saúde. Tempo de recuperação e descanso é vital para o seu grupo etário.

A bicicleta consegue fazer milagres na vida de uma pessoa, pode acreditar, mas use-a com bom senso.

Não tome como primeiro passo para o seu retorno a compra de uma bicicleta no primeiro supermercado que aparecer na frente. Sugerimos que visite algumas boas bicicletarias e veja o que existe no mercado. Venha nos visitar em uma de nossas lojas físicas e bater um papo com nossos consultores que vão orientar na escolha do melhor equipamento. Bora pedalar!

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A importância de pedalar com óculos de ciclismo.

Diz um ditado que óculos bom é aquele que você esquece que está usando! Mas para que isto aconteça, depende do ciclista fazer a escolha certa, pois os fabricantes desenvolvem diversos modelos e configurações, onde um modelo perfeito para um, não é necessariamente a melhor opção para outro.

SEGURANÇA

Antes de abordar os aspectos que levam a uma boa escolha dos óculos de ciclismo, falaremos do quesito SEGURANÇA, um dos mais importantes para o ciclista, pois a visão em plenas condições garante uma ótima visibilidade do trajeto e dos obstáculos pelo caminho. Os óculos conferem diversos tipos de proteção e as principais, podemos citar, são: proteção contra o vento gerado pela velocidade; intempéries como poeira e chuva; além de fatores como insetos, galhos de árvores e até mesmo pedriscos que podem prejudicar seriamente nossa visão.

ERGONOMIA

Como segundo fator em importância está o formato ou design do óculos a ser escolhido, que deve estar de acordo com o formato do seu rosto e a interface do óculos com o capacete. Primeiramente, os óculos tem que cobrir a área dos olhos, trazendo proteção desde a sobrancelha até a parte inferior dos olhos, e para um perfeito ajuste, não pode tocar as bochechas. Para achar o modelo ideal, prove diversos formatos de lente, mais arredondadas, ovais ou quadradas e prefira um modelo que deixe uma leve abertura nas partes inferiores e superiores para entrada e saída de ar. A abertura não deve ser grande a ponto de permitir a entrada dos agentes externos que citamos no início deste artigo. Para complementar, existem lentes que possuem pequenas aberturas ou rasgos nas partes inferior, superior ou lateral, para uma extra ventilação quando a intensidade do exercício exigir.

Para um melhor ajuste da distancia e altura entre os óculos e o rosto, pode-se fazer a regulagem através das narigueiras ou apoio do nariz.

Bem, você provavelmente não usará seus óculos somente com um modelo de capacete. Portanto, é necessário considerar que as hastes da armação não devem entrar em contato e tocar a parte inferior do capacete, tirando os óculos do lugar e causando desajuste (é um risco ter que ficar ajustando-o durante a pedalada).

LENTES

Outro ponto a ser abordado é a interface entre o óculos e a mente! Cada ciclista tem suas preferências: estamos falando da cor da lente, ou cor de fundo dos óculos.

CORES DE LENTES

Da mesma maneira, os óculos para ciclismo tem que proporcionar uma ótima sensação ao pilotar, e o ciclista deve provar os diversos tipos de cores e acabamento de lentes para poder sentir com qual se sentirá mais confortável. As lentes amarelas deixam a visão clara e bem ativa e com os objetos detalhados. Há também as lentes de fundo marrom, que também detalham bastante os objetos e conferem uma boa visão de profundidade, porém dão uma sensação de falta luz mesmo num ambiente aberto. Já lentes azuis tendem a filtrar outras cores e proporcionar uma visão parecida com a visão preto e branca, que são mais recomendados para ambientes internos e a lente verde, que mais filtra os raios do sol, é recomendada para o uso prolongado no dia a dia.

As lentes espelhadas, aquelas que chamam bastante atenção, muito usadas na moda, vão muito bem em lugares que não tenham tanta claridade, pois o espelho ajuda na nitidez do caminho, enquanto que lentes apenas escuras vão ajudar em lugares com sol bem forte e alto reflexo, até mesmo no meio da cidade repleta de carros que refletem o sol na lataria.

LENTES FOTOCROMÁTICAS

Existem também categorias de lentes especiais e com maior tecnologia além das cores. As fotocromáticas ou fotossensíveis são lentes que variam de tonalidade de acordo com a intensidade da luz do ambiente e/ou exposição aos raios UV. Ou seja, onde está claro, a lente escurece e num ambiente escuro, a lente clareia. Os óculos tradicionais deste modelo são os conhecidos Transitions, porém estes focados para uso urbano/diário. Uma ocasião muito propícia ao uso destes óculos é quando se sai pela manhãzinha, quando o sol está fraco e seguimos pedalando até a hora do sol mais intenso: a lente gradualmente irá escurecer de acordo com a necessidade. Da mesma maneira no período da tarde até horários próximos ao por do sol, a lente irá clareando gradualmente, oferecendo maior visibilidade.

LENTES POLARIZADAS

Um segundo tipo de lente especial é a Polarizada, que consiste em ter um filtro de luminosidade agregado a lente, camada esta que filtra os reflexos emitidos pelo sol. Esta tecnologia é muito utilizada para uso em frente a água, principalmente em pescarias. Mas também no ciclismo, é um tipo de lente que costuma refrescar a vista, principalmente no uso em rodovias e estradas onde permanecemos muitas horas com a visão exposta ao reflexo e ao brilho do asfalto, que ofuscam a visão. Com este recurso, que remove os reflexos, aumenta-se a nitidez e a visão em profundidade, evitando até mesmo cansaço ocular!

FILTROS UVA E UVB

Independente da cor ou tipo da lente escolhida, um dos requisitos mais importantes para a saúde do ciclista é que utilize óculos que tenham filtros às radiações UVA e UVB

Estes trarão proteção aos olhos do ciclista, evitando futuras complicações oculares. Complementando os modelos de lentes disponíveis, há ainda lentes transparentes, que podem ser usadas na chuva protegendo dos respingos de água, bem como as lentes amarelas e âmbar que tem a função de aumentar o ganho de luz da visão, altamente recomendado para noite e também em trilhas fechadas e escuras. Estas lentes tem cor única e não são espelhadas.

LENTES INTERCAMBIÁVEIS

Para encerrar, enfatizamos que uma das grandes versatilidades dos óculos esportivos é a troca das lentes, ou seja, lentes intercambiáveis. Há modelos de óculos que vem com 2, 3 e até 4 lentes, para o ciclista poder não só escolher qual a lente ideal para sair de casa, bem como trocar as lentes no meio do percurso, de acordo com sua necessidade.

Venha visitar nosso showroom e escolha o óculos que melhor se adapte ao seu rosto. Conte sempre com a Indy Bike na escolha de seus equipamentos e pedale com segurança.

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Como conservar e limpar capacete de bicicleta.

Ao chegar de uma trilha, você simplesmente coloca o capacete em qualquer canto e pronto? E a limpeza, você alguma vez lavou o seu capacete? E a inspeção, você lembra de verificar se o equipamento tem alguma fissura ou micro rachadura?

Se você nunca pensou nessas questões, é hora de reservar um tempinho para aprender a conservar e limpar capacete de bicicleta.

Dicas para conservar e limpar capacete de bicicleta

 Lave o capacete com frequência

É isso mesmo. Quando você lava o capacete regularmente, evita odores desagradáveis e também aumenta a durabilidade do equipamento. É que o suor da transpiração pode danificar as correias e também as almofadas do equipamento.

Para a limpeza, utilize água em abundância, sabão neutro e uma escova de limpeza (pode ser até uma escova de dentes velha). Você também pode utilizar vinagre durante a lavagem, para acabar com fungos e bactérias. Seque o equipamento com uma toalha de papel e deixe o capacete à sombra para secar por completo.

 Verifique o estado do capacete

Após a secagem completa do capacete, analise cuidadosamente se o equipamento possui amassados, fissuras ou micro rachaduras na parte interna. Já na parte externa do capacete, procure por amassados e também por áreas que possam estar deformadas em decorrência da exposição ao sol.  Em caso positivo, o melhor a fazer é substituí-lo, pois provavelmente a proteção estará comprometida.

Também é importante conferir o estado das correias e do sistema de fixação. Lembre-se que alguns modelos de capacete oferecem a possibilidade de substituir apenas essas partes. O que pode ser uma boa opção caso o restante do equipamento esteja em bom estado.

Guarde corretamente

Capacetes de bicicleta devem ser guardados longe de fontes de calor, de preferência em um local seco e arejado. Ou seja, deixar o equipamento no porta-malas do carro é uma péssima ideia. É que o calor pode deformar a carcaça e a estrutura do equipamento, comprometendo a sua capacidade de absorver impactos.

Analise a instalação de acessórios

Tenha cuidado em relação ao uso de acessórios. Pode parecer bobagem, mas quando você acopla faróis, câmeras ou retrovisores no seu capacete, pode acabar danificando o equipamento de proteção. Isso vale tanto para adesivos quanto para correias de fixação, uma vez que o capacete de bicicleta é desenvolvido para ter uma superfície livre de protusões.

Imagine que você venha a ter uma queda e esteja usando o capacete. A câmera ou o farol acoplados podem funcionar como um martelo, concentrando a força de impacto no local e aumentando o risco de trauma.

Não adie a substituição

Não caia na armadilha de pensar que se a queda foi mínima e o seu capacete aparentemente está inteiro, isso significa que ele pode continuar a ser utilizado. O capacete de bicicleta suporta um único impacto.

Após uma queda onde o capacete foi impactado, jogue o acessório fora e adquira um novo.

Fique de olho na vida útil do capacete

Por melhor que seja a marca do seu capacete, lembre-se que ele não dura para sempre. Grande parte dos fabricantes recomenda a troca a cada três anos ou ainda menos. Isso acontece devido à ação do tempo, do sol, da transpiração e por aí vai. Na dúvida, consulte as recomendações do fabricante.

Bom pessoal, agora que vocês já sabem que o capacete não vem com prazo de validade e que a vida útil dele depende dos seus cuidados não esqueça de verificar seu equipamento, se houve queda troque-o e se ainda não possui um procure uma de nossas lojas Indy Bike. Temos muitas opções de capacete para ciclismo masculino e feminino e com o melhor custo benefício.

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Confira alguns cuidados para pedalar no frio.

Pedalar no frio, para muitos, é como enfrentar uma estrada cheia de pregos. O clima gelado desanima, o vento “corta” o rosto e o corpo parece não responder subitamente aos seus comandos. Porém, há boas maneiras de amenizar as influências do tempo e curtir a pedalada com a sua bicicleta ao máximo.

Separamos, abaixo, algumas dicas para você que quer pedalar no frio com mais conforto e segurança.

ROUPAS PARA PEDALAR NO FRIO

A roupa é o fator mais importante quando o assunto é pedalar no frio. Apesar de parecer algo complexo, é um tanto quanto simples. Muitas pessoas imaginam ser preciso usar blusas grossas e agasalhos impermeáveis de última geração. Isso pode ser necessário quando se encara neve ou um clima extremamente gelado, abaixo de zero.

Em um frio mais ameno, esse tipo de roupa fará com que o ciclista transpire muito. O suor, então, umedece a roupa e a deixa molhada, causando, assim, um grande desconforto. Portanto, indica-se, no geral, usar várias camadas de vestuário específico para ciclismo.

Camiseta dry fit, que consegue absorver o suor, jaqueta leve feita exclusivamente para ciclista e colete corta-vento despontam como uma ótima combinação para pedalar no frio. Manguitos e pernitos também são excelentes alternativas. Há quem prefira usar calças produzidas especialmente para ciclistas e a bermuda por cima. Os pernitos, no entanto, oferecem maior versatilidade.

LUVAS, ÓCULOS E BALACLAVA

Além da roupa, há vários outros acessórios que é possível utilizar para pedalar no frio. Óculos, por exemplo, evitam que os olhos fiquem úmidos por causa do vento gelado. Toucas e até mesmo balaclavas ajudam a proteger a cabeça. Bandanas costumam ser utilizadas para proteger o pescoço. Alguns ciclistas a levantam até a boca para que o rosto fique bem aquecido.

Luvas são uma parte importante, pois as extremidades do corpo são as áreas mais suscetíveis a esfriar primeiro. Uma boa dica são as luvas de dedos longos, usadas no mountain bike.

AQUECIMENTO PARA PEDALAR NO FRIO

O aquecimento é importante antes de qualquer pedalada, e é ainda mais no inverno, já que o seu corpo está bem frio.

No frio, é comum sentir as pernas mais pesadas e dores. Além disso, o risco de sofrer lesões aumenta. Dependendo da idade do ciclista e do tipo de pedal, pode ser preciso um período maior de treino.

ALIMENTAÇÃO

Em baixas temperaturas, o corpo gasta energia tanto para pedalar como para manter-se aquecido. Portanto, o esforço é ainda maior. É importante manter uma alimentação bem equilibrada, até mesmo para evitar uma baixa no sistema imunológico. Frutas, como banana, barra de cereal e gel de carboidrato são boas opções.

Além disso, é preciso ficar sempre atento com a hidratação. No frio, muitas pessoas se esquecem de tomar água, o que prejudica o seu rendimento e a sua recuperação. Lembre-se de levar garrafinhas em sua bicicleta para pedalar no frio.

ATENÇÃO COM A BICICLETA

Você não precisa mais abandonar a bicicleta quando a temperatura abaixar! Com alguns acessórios extras, o vestuário certo, e uma boa manutenção pós percurso, esse momento será bem mais produtivo e explorar diferentes destinos vai ser bem mais prazeroso.

Cuide da sua saúde e pedale com cautela!

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Luvas de ciclismo: Saiba a importância de usá-las.

As luvas de ciclismo são uma parte bem importante do guarda-roupa do ciclista.

Apesar de serem mais vistas em provas e treinos longos, onde cumprem o papel essencial de fornecer mais conforto, as luvas proporcionam outros benefícios que vão bem além disso.

Se você ainda não usa luvas de ciclismo, ou se não está bem certo das suas vantagens, vale conferir essas 5 dicas com os benefícios do uso do equipamento.

1. Evitar lesões

Talvez você esteja surpreso a ler esse tópico, mas é isso mesmo. O acolchoado das luvas ajuda a evitar a chamada Neuropatia Ulnar, também conhecida como “Paralisia do Guidão”, que é a compressão do nervo ulnar.

Esse nervo é o que se relaciona com o formigamento na mão, principalmente no polegar. A partir do momento que a dor começa a se manifestar, pode virar uma lesão bem chatinha de se livrar.

2. Manter as mãos no guidão

Luvas de ciclismo também proporcionam maior aderência ao guidão. Como a maioria dos modelos possuem material antiderrapante, isso ajuda a manter as mãos firmes no guidão, sem que escorreguem. De quebra ainda evitam a formação de calos e bolhas.

3. Proteger do frio

Ok, em pleno verão isso nem passa pela sua cabeça. Mas espera chegar o frio para ver se os dedos praticamente congelados não vão complicar a pilotagem.

4. Proteger nas quedas

No ciclismo, e principalmente no Mountain Bike, cair é uma possibilidade. E no caso de queda, as luvas irão amortecer o impacto com o chão e proteger suas mãos de galhos e outros obstáculos soltos na trilha.

5. Auxiliar em situações específicas

Por fim, de acordo com as características de cada modelo, as luvas de ciclismo podem auxiliar em uma série de situações. Versões com tecido atoalhado na parte externa do polegar são ótimas para limpar o suor que escorre em direção aos olhos. Assim como as que apresentam material reflexivo no dorso podem deixar pedaladas noturnas mais seguras e as infantis, com desenhos coloridos, estimulam os pequenos a usar equipamentos de segurança.

Encontrar o par ideal de luvas pode ser uma questão de tentativa e erro.

Há uma grande variedade de luvas disponíveis no mercado, envolvendo tecnologias na composição do tecido, no amortecimento da palma da mão, ventilação, entre outras características.

Procure uma de nossas lojas e converse com nossos consultores que vão orientar na escolha do melhor equipamento.

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Você sabe utilizar a bermuda de ciclismo do jeito certo? Confira essas 5 dicas!

As roupas de ciclismo certas podem fazer a diferença entre amar cada minuto do seu pedal ou contar cada segundo para que ele acabe. Por isso, se você quer ficar confortável no selim, é legal saber para que serve e como usar bermuda de ciclismo do jeito certo.

Além da questão do conforto, a peça também ajuda a melhorar a circulação sanguínea, reduz a fadiga muscular e a sensação de dormência nos músculos.

Confira abaixo as informações que selecionamos sobre como usar a bermuda de ciclismo do jeito certo e obter mais prazer no seu pedal!

Por que usar uma bermuda de ciclismo?

 O selim de sua bicicleta foi projetado para funcionar com uma camurça (chamois) ou forro, que é aquela parte da almofada da bermuda. É esse forro que apoia sua estrutura óssea, fornece amortecimento em áreas sensíveis e evita a fricção que pode causar escoriações e feridas.

 

1. Comece pelo gênero específico

Cada corpo é diferente, mas de um modo geral, homens e mulheres têm proporções diferentes e definitivamente anatomias diferentes. Isso significa cortes, ajustes e camurça diferentes para bermudas masculinas e femininas.

Nas bermudas femininas, por exemplo, o forro geralmente é mais largo na parte traseira. Enquanto que as bermudas masculinas podem ter uma camada extra na parte frontal para eliminar a pressão nessa área.

 

2. Invista em peças com bom ajuste

Procure tamanhos que se ajustem perfeitamente, mas ainda sejam confortáveis ​​para mover. O tecido não deve se deslocar contra sua pele enquanto você pedala, mas também não deve cortar a circulação para suas pernas. Procure um tamanho que abrace suas pernas sem apertar.

O ajuste correto da bermuda de ciclismo garante que tudo fique no lugar. Como mencionamos, o selim foi projetado para funcionar com uma camurça. Assim você ficará infinitamente mais confortável com bermudas que mantêm o acolchoamento extra exatamente onde você precisa.

 

3. Não use roupas íntimas com a bermuda

Vamos manter as coisas simples: não use nada sob os shorts da bicicleta. A camurça interna foi feita para se ajustar com a pele para evitar atrito, além de ser feita de tecidos que absorvem a umidade e secam rapidamente. Usar roupas íntimas sob a bermuda adiciona costuras que irritam e retêm a umidade.

 

4. Use um creme antiatrito se necessário

O creme antiatrito é uma substância que ajuda a eliminar a fricção entre a pele e a roupa, reduzindo o atrito. As bermudas de ciclismo são projetadas para funcionar sem ele, mas muitos ciclistas preferem contar com a proteção extra do creme.

Se você quiser experimentá-lo, certifique-se de utilizar um creme adequado para ciclismo. Alguns produtos podem ter ingredientes que podem danificar a camurça ou irritar sua pele durante o exercício.

 

5.Faça a lavagem correta

Sim, o modo como você cuida da sua bermuda de ciclismo pode influenciar no desempenho da peça durante o uso. Assim, se não for possível lavar a peça à mão, utilize o ciclo suave da máquina de lavar.

Use detergentes sem fragrância e dispense amaciantes. É que os resíduos do produto podem obstruir as fibras e interferir na capacidade de absorção. Pendure-os para secar do avesso e na sombra. A exposição aos raios UV pode fazer com que o tecido se quebre prematuramente.

Por fim, lembre-se que um dos fatores mais importantes para pedalar feliz é estar confortável. E saber como usar bermuda de ciclismo do jeito certo pode fazer toda a diferença!

Na Indy Bike você encontra uniformes para ciclistas das melhores marcas e modelos. Venham conferir!

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Ajuste do selim: os problemas quando mal feito e como resolvê-los.

Um dos pontos mais importantes a ser observado na regulagem da bicicleta é o ajuste do selim.

A prática do ciclismo é mais segura, em longo prazo, quando comparada a esportes como a corrida. Boa parte das lesões que acontecem no pedal decorre de acidentes. Traumas relacionados ao esforço repetitivo são menos comuns e severos que os verificados em corredores. No entanto, são frequentes os erros de posicionamento do ciclista sobre a bicicleta, o que acaba gerando desconforto e dores, podendo evoluir para lesões com o passar do tempo caso o problema não seja tratado e corrigido devidamente. Um dos pontos mais importantes a ser observado na regulagem da bicicleta é o ajuste do selim. Vamos explicar abaixo, as consequências de um ajuste do selim mal feito e como corrigir o problema.

 

Erro: selim muito baixo

Influência na pedalada – aumento da tensão no tendão patelar; sobrecarga da musculatura estabilizadora do quadril; pressão excessiva dos pés nos pedais, com o tornozelo muito baixo no ponto inferior da pedalada; flexão exagerada do quadril.

Lesões decorrentes – dores na parte anterior dos joelhos; dores lombares; tendinite nos glúteos; dores no quadril (atletas com lesões de labrum preexistentes).

Correção – flexão de joelhos no ponto alto da pedalada (contrarrelógio): até 110°; -flexão de joelhos no ponto alto da pedalada (estrada): até 115°.

Erro: selim muito alto (ou pedivela muito longa)

InfluêncIa na pedalada – estiramento excessivo dos músculos posteriores das coxas; mau posicionamento pélvico no selim; excesso de trabalho dos tornozelos.

Lesões decorrentes – irritação do trato iliotibial (ITBS); lesões nos músculos isquiotibiais; dores lombares.

Correção – extensão de joelhos no ponto baixo da pedalada (contrarrelógio): 37° a 42°; extensão de joelhos no ponto baixo da pedalada (estrada): 35° a 40°.

Para pedalar com qualidade e segurança faça sempre os ajustes necessários em sua bike. Conte com a ajuda de especialistas no assunto. Conte com a Indy Bike.

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Capacete de Bike. Um importante item de segurança.

Praticar uma nova atividade exige sempre um preparo. Há esportes que podem demandar maior esforço muscular, equilíbrio, técnica, acessórios adequados. Há os que também necessitam de grande atenção com a segurança.

O ciclismo é um destes. Praticar exercícios com bicicleta envolve riscos, principalmente em áreas urbanas, e muito se discute a relevância do uso de equipamentos.

O capacete faz parte de uma gama de equipamentos e recomendações bastante difundidos no ciclismo. Por exemplo, é aconselhado que se use roupas claras ou chamativas durante o passeio, para que motoristas possam discernir o ciclista do ambiente urbano, geralmente escuro. Outras orientações e advertências, entretanto, não tiveram tanta atração dos praticantes. O espelho retrovisor do lado esquerdo, o pisca traseiro e o farol dianteiro são menos vistos entre os ciclistas.

Algumas pessoas podem achar incômodo e até um exagero usar o capacete enquanto pedala. Assim como uma roupa, você deve investir o seu tempo para escolher um capacete que esteja de acordo com as suas necessidades e com o seu estilo de vida.

O capacete fabricado com EPS, nada mais é do que aquele feito com isopor. Só que não estamos falando daquele tipo que encontramos em papelarias. Esse aqui é um isopor especial, muito mais resistente.

Ele possui várias aberturas, o que facilita a ventilação e ajuda a proteger um pouco da nuca, as laterais e a parte frontal do crânio. Esse tipo é bastante versátil porque pode ser utilizado para lazer, para esporte, ciclo turismo, dentro ou fora da zona urbana.

Existem os capacetes que são específicos para determinado tipo de modalidade esportiva. Por exemplo, os capacetes de contrarrelógio possuem uma aerodinâmica melhor, com uma forma parecida de uma gota de água. São um pouco mais alongados na parte posterior se comparado aos outros modelos e alguns até oferece uma viseira.

Alguns capacetes de bike são fechados e muito parecidos com os de motocicleta. São chamados de full face e nessa categoria temos o Downhill e o BMX. A intenção aqui não é apenas proteger o crânio em si, mas toda a face, principalmente queixo e boca.

Como escolher o capacete certo?

O primeiro item que deve ser levado em consideração na hora de escolher o seu capacete é a finalidade para a qual ele será usado. O tamanho do capacete é em centímetros, medido pelo tamanho da circunferência da cabeça que tem como marco, 2 dedos acima da orelha.

Também não adequado comprar um capacete que seja exatamente do tamanho da sua cabeça, ele ficará apertado, podendo até prejudicar a circulação sanguínea. Também não pode ficar muito folgado pois, pode trepidar em ambientes muito acidentados.

Caso tenha dúvidas na hora de comprar o seu capacete, venha visitar uma de nossas lojas da Indy Bike e converse com nossos consultores que darão a você toda assessoria na hora da compra.

Pedale com segurança!