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QUAL É A AUTONOMIA DE UMA BICICLETA ELÉTRICA?

A autonomia de uma bicicleta elétrica depende de vários fatores, tais como, a capacidade da bateria, a potência exigida do motor, o peso do condutor, etc. No entanto considerando alguns fatores standard podemos facilmente calcular a mesma.

Um ciclista em forma consegue produzir cerca de 150W ao pedalar com vigor, a mesma potência que o motor de uma bicicleta eléctrica necessita de fornecer para manter uma velocidade constante de 20Km/h em terreno plano sem auxílio.

Uma bateria de 36V e 10Ah tem uma energia disponível de 360Wh. Desta forma 360Wh/150w = 2,4 horas de funcionamento que a uma velocidade de 20Km/h permitem percorrer 2,4 x 20Km = 48 Km de autonomia.

Refazendo estes cálculos para incluir o esforço da pedalada e considerando que apenas contribuímos com 50W (uma pedalada de passeio) obteremos o seguinte. 360Wh/100W (150w-50W) = 3,6 horas de funcionamento que a uma velocidade de 20Km/h permitem percorrer 3,6 x 20Km = 72 Km de autonomia.

O que determina a autonomia da bateria é a amperagem – quanto maior ela for, maior sua autonomia.

Em relação à distância, com uma carga de bateria é possível percorrer de 30 a 60 Km, dependendo do modelo e do tipo da bike, além das condições de uso. Os modelos básicos e intermediários têm motor com 250 W e os demais são de 350 W.

A bateria possui um ciclo de vida que está diretamente relacionado à quantidade de recargas feitas e também ao seu envelhecimento natural, que ocorre independentemente do uso.

A bateria tem uma vida útil de aproximadamente 800 ciclos de carregamento, o que representa uma vida útil de média de 3 anos para quem usa diariamente a bike. A tecnologia de nossas baterias é atual e não existe o problema de efeito memória ou o chamado “viciar”, como acontecia com as baterias mais antigas. Isso permite que façamos recargas sem termos que aguardar o término da carga, podendo prolongar sua vida útil.

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Sensor de velocidade x Sensor de torque.

SENSOR DE VELOCIDADE

Um componente que é instalado no eixo do pedal e visa ativar o motor quando os pedais estão em movimento.

Existem dois tipos de sensores: sensores de movimento e sensores de torque

Sensores de movimento, também conhecidos como sensor de velocidade ou cadência, detectam movimento no eixo do suporte inferior.

Consiste em um disco magnético montado no eixo do suporte inferior e um captor fixo localizado na moldura da bicicleta.

O disco magnético composto por uma dúzia de pequenos ímãs gira com o eixo e o captor que é separado dele por alguns centímetros captura os impulsos criados por esses ímãs e envia a ordem para o controlador (cérebro de bicicleta) ligar o motor.

 

SENSOR DE TORQUE

Os sensores de torque dão a ordem de ligar o motor e são feitos através da pressão que exercemos com o pé no pedal.

Este sensor pode ser instalado em vários pontos do sistema, uma vez que a mesma força exercida pela pressão no pedal é transmitida para o eixo inferior do suporte, corrente e cubo da roda.

A principal diferença entre eles, é que o sensor de movimento mede a velocidade do pedal e dependendo disso atua o motor, por outro lado, o sensor de torque leva em conta o esforço que exercemos sendo o início do motor mais progressivo e de forma mais natural.

Outra diferença é que ter um sensor de torque não exigirá a parte do acelerador já que a reatividade é muito rápida, apenas pisando no pedal e colocando pressão sobre ele a bike começa a andar mais rápido.

Em vez disso, o sensor de movimento é altamente recomendável para quando você encontrar uma subida para tornar a reatividade do sensor mais rápida.

Finalmente outra diferença que definitivamente marca se colocar um sensor ou outro é o preço.

O sensor de torque é muito mais caro, por outro lado, o sensor de movimento ou cadência é muito econômico e para muitos usuários ele tem desempenho mais do que suficiente.

Além disso, esse tipo de sensor nos últimos anos melhorou consideravelmente graças aos novos controladores e ao aumento de ímãs tornando a resposta muito mais ágil.

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Bateria da bicicleta elétrica – entenda um pouco mais.

Passando para coisas mais técnicas, a bateria é uma das partes mais importantes da bicicleta, mas também uma das partes mais complicadas de entender. É necessário perceber como é que vai variar o alcance e a potência de uma bicicleta eléctrica quando se varia a bateria. O que nos interessa numa boa bateria é a quantidade de carga que ela nos consegue oferecer, isso e o peso que ela vai adicionar à bicicleta.

Normalmente uma bateria com mais capacidade é mais pesada que uma com menos capacidade, mas também, como o peso aumenta, a sua eficiência diminui. Por esse motivo é necessário haver uma boa combinação entre peso e capacidade da bateria.

Em termos da bateria, elas são medidas tanto em Amperes por hora como em Watts por hora. Dependendo do fabricante das baterias, elas têm uma ou outra nomenclatura, tendo o mesmo significado. Estes valores representam a quantidade de energia que a bateria consegue fornecer ao motor ao longo do tempo. Uma bateria de uma E-Bike com mais Amperes por hora tem a capacidade de fornecer a mesma potência e a mesma voltagem ao longo do tempo, durante mais tempo, do que uma bicicleta com menos Amperes hora. Simplesmente significa que numa hora, aquela bateria consegue fornecer X Amperes. Por exemplo, uma bateria com 10 Amperes por hora, ligada a uma máquina que consome 1 Amper por hora, vai estar a fornecer sempre 1 Ampere à máquina, durante 10 horas! Os mesmos cálculos devem ser feitos com os Watts hora, mas agora em vez de Amperagem é em Potência (Volts x Amperes = Watts).

Sendo assim, uma bateria, com uma certa capacidade vai aguentar metade do tempo com um motor de 500 Watts do que com um motor de 250 Watts. Se as bicicletas estão limitadas, em velocidade, a 25 quilômetros por hora, comprar uma bicicleta com um motor mais forte e com mais potência é desnecessário, sabendo que um bom motor de 250 Watts tem a força suficiente para atingir a velocidade máxima, mesmo em inclinações acentuadas. Sendo assim, os extras Watts de potência só vão encarecer a E-Bike, não sendo bem aproveitados.

O sistema, no seu todo, é como um balde cheio a deitar água por uma mangueira: Quanto maior o balde (mais potência ou fluxo por hora), mais água consegue caber no seu interior, ou seja, mais potência cabe (Watts por hora). Quanto maior o diâmetro da mangueira, mais fluxo de água existe na mangueira e mais fluxo de energia passa por ela (Amperes). A força com que a água tende em escapar é equiparada à Tensão (Volts). Assim, a potência da água ao sair da mangueira é igual à relação entre o fluxo da água e a força da água na mangueira (Watts = Volts x Amperes).

Se aumentarmos o diâmetro da mangueira, aumenta o fluxo de água e consequentemente a potência da água. Dessa forma, vamos ficar sem água no balde mais rapidamente. De outra forma, se também aumentarmos a força da água no balde, colocando, por exemplo, a água numa prensa, mas mantendo o diâmetro da mangueira, a mesma quantidade de água vai sair do balde de forma mais rápida.

Este é um breve resumo do que acontece numa bicicleta eléctrica. Queremos uma bateria que aguente muito tempo, mas temos de ter a noção da Tensão do motor e da potência do motor para perceber qual a distância que vamos percorrer com uma recarga.

Caso tenha dúvidas na hora da compra, ou queira experimentar a bike, venha até uma de nossas lojas e converse com nossos consultores.

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Bicicleta Elétrica – Entenda um pouco sobre potência e torque.

As bicicletas elétricas chegaram para colocar mais energia nas pedaladas de muita gente, seja na cidade, nas trilhas ou nas estradas. Porém, juntamente com as novas tecnologias, as elétricas chegaram trazendo novas terminologias e, se você está pensando em comprar uma, é importante entender um pouco mais.

 Potência

A potência do motor influencia no desempenho da sua bicicleta elétrica. O indicado é adquirir bicicletas elétricas com motores a partir de 250 W, pois são modelos que oferecem uma boa velocidade e ótimo desempenho enquanto você pedala.

De forma simples, o número indica quanta potência a elétrica vai conseguir colocar em cima da sua, para auxiliar seus pedais.

Ou seja: Potência = torque x rotação.

As bikes elétricas costumam ter a potência nominal limitada em 250 W. A força do motor determina a sua capacidade de subir inclinações, e a rapidez no arranque e pode ser medida em Volts (V) e em Newton metros (Nm). Quanto maior o número de volts, maior será a força do motor. A maioria das bicicletas elétricas no mercado oferecem voltagens entre 24V e 48V, sendo o mais comum os 36V. Também os Newton metros influenciam a força do motor, na medida em que, quanto maior o número de Nm, maior a força do motor. A grande maioria dos motores no mercado apresentam uma força entre os 40Nm e os 75Nm.

Por isso, se você deseja uma bike mais forte, procure por modelos com um maior torque máximo divulgado.

No Brasil, o código de transito indica que bicicletas elétricas não podem ter potência nominal superior a 350 watts.

Torque

O Torque é uma grandeza vetorial da física associada às forças que produzam rotação em um corpo. Para simplificar, basta pensar na força que você faz ao apertar um parafuso da mesa da bike, por exemplo. Para aumentar o torque, você pode ter uma alavanca maior, ou aplicar mais força com as mãos.

Ou seja: torque = força x comprimento da alavanca.

Justamente por essa relação com o tamanho da alavanca, o torque costuma ser definido em Newtons metro (N.m). Voltando para o exemplo do parafuso da mesa da bike: se ele precisa ser apertado com 5 N.m, você precisaria aplicar uma força de 5 newtons, em uma alavanca de 1 metro, para atingir o torque correto.

Mais torque significa que o sistema elétrico tem maior capacidade de girar a transmissão da bicicleta em situação extremas, mesmo com rotações baixas. Como potência = Torque x rotação, um número maior costuma indicar uma bike mais “forte”.

Atualmente, as bikes mais simples do mercado, muitas vezes equipadas com motores no cubo, possuem cerca de 30 ou 40 N.m de torque, enquanto os modelos mais fortes podem passar de 100 N.m de torque.

A bike elétrica é um veículo que veio para ficar. Com essas dicas, temos certeza de que você vai escolher facilmente a sua, além de prolongar a durabilidade do equipamento.

Venha conhecer a bicicleta elétrica na Indy Bike. Nossos consultores terão prazer em tirar todas as suas dúvidas e orientar na melhor opção para você.

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A importância da manutenção e revisão em sua bike.

Para quem treina regularmente ou para aqueles que somente fazem passeios periódicos é de extrema importância a realização de manutenção e revisão em sua bike. Nada mais frustante que ficar na mão por uma falha no freio, uma corrente com defeito ou um pneu malcuidado.

Além de ser essencial para a segurança não só do ciclista, mas também dos motoristas e pedestres, revisar as partes essenciais como pneus, freios, suspensão e corrente regulamente é muito importante.

Alguns cuidados simples, são o suficiente para manter a bike em ordem, evitando quebra de peças e aumentando o tempo de vida dos componentes.

Confira algumas dicas:

Limpeza: Lave a bicicleta com água e sabão neutro e seque com um pano macio. Uma esponja suave também pode ser usada para ajudar na limpeza dos resíduos.

Ajustes: Verifique se a suspensão, os freios e câmbios estão bem regulados já que com o tempo a bike sofre um desgaste natural e pode ficar desregulada.

Lubrificação: Faça a lubrificação das correntes e engrenagens, e ao menos uma vez por ano realize uma revisão completa.

Revisão completa (pelo menos uma vez ao ano): consiste na desmontagem e remontagem total da bike, englobando cuidados com a corrente, cassete, canote, pé de vela, caixa de direção, freios, cambio, movimento central, cabos, conduítes, bobos da roda e muito mais.

Uma dica bacana para manter os cuidados sempre em dia é ter uma planilha de manutenção que contenha todos os cuidados realizados ou a serem feitos na bike. Como por exemplo:

– Data da última revisão;

– Data da troca de equipamentos e acessórios;

– Pressão dos pneus;

– Pressão dos amortecedores;

– Altura dos manetes de freio;

– Dados do bike fit completos;

– Quilometragem.

Para reduzir a chance de problemas que podem por sua segurança em risco é essencial que você procure por uma revisão especializada, que possa identificar desgastes, ou futuros estragos com profissionalismo e por esse motivo com maior eficácia.

Na Indy Bike você faz a manutenção e a revisão da bike e conta com toda nossa estrutura, ferramentas adequadas e específicas e com uma equipe qualificada e treinada para prestar os melhores serviços para seu equipamento.

Deixe sua bike nas mãos de quem entende! Venha para a Indy Bike!

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A importância da manutenção e revisão em sua bike.

Para quem treina regularmente ou para aqueles que somente fazem passeios periódicos é de extrema importância a realização de manutenção e revisão em sua bike. Nada mais frustante que ficar na mão por uma falha no freio, uma corrente com defeito ou um pneu mal cuidado.

Além de ser essencial para a segurança não só do ciclista, mas também dos motoristas e pedestres, revisar as partes essenciais como pneus, freios, suspensão e corrente regulamente é muito importante.

Alguns cuidados simples, são o suficiente para manter a bike em ordem, evitando quebra de peças e aumentando o tempo de vida dos componentes.

Confira algumas dicas:

Limpeza: Lave a bicicleta com água e sabão neutro e seque com um pano macio. Uma esponja suave também pode ser usada para ajudar na limpeza dos resíduos.

Ajustes: Verifique se a suspensão, os freios e câmbios estão bem regulados já que com o tempo a bike sofre um desgaste natural e pode ficar desregulada.

Lubrificação: Faça a lubrificação das correntes e engrenagens, e ao menos uma vez por ano realize uma revisão completa.

Revisão completa (pelo menos uma vez ao ano): consiste na desmontagem e remontagem total da bike, englobando cuidados com a corrente, cassete, canote, pé de vela, caixa de direção, freios, cambio, movimento central, cabos, conduítes, bobos da roda e muito mais.

Uma dica bacana para manter os cuidados sempre em dia é ter uma planilha de manutenção que contenha todos os cuidados realizados ou a serem feitos na bike. Como por exemplo:

– Data da última revisão;

– Data da troca de equipamentos e acessórios;

– Pressão dos pneus;

– Pressão dos amortecedores

– Altura dos manetes de freio;

– Dados do bike fit completos;

– Quilometragem.

Com todas essas informações fica mais fácil cuidar da sua bike e pedalar tranquilo, não é mesmo?

Na Indy Bike você faz a manutenção e a revisão da bike e conta com toda nossa estrutura, ferramentas adequadas e específicas e com uma equipe qualificada e treinada para prestar os melhores serviços para seu equipamento.

Deixe sua bike nas mãos de quem entende! Venha para a Indy Bike!

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Como saber a hora de trocar os pneus da bike?

Um dos itens fundamentais para qualquer pedalada, os pneus precisam de atenção e troca regularmente

Para ter segurança ao andar de bicicleta, seja na cidade ou em parques, é importante estar com todos os itens obrigatórios e em perfeito funcionamento. Os pneus da bike são parte dessa manutenção constante e muita gente tem dúvidas sobre quando é hora de trocar.

Os pneus da bike, como os de todos os veículos, possuem indicativos de fábrica que mostram o desgaste e a vida útil do pneu.

O principal indicativo são os sulcos e cravos do pneu. Os sulcos são as diferenças de relevo que enxergamos na superfície da banda de rodagem. Já os cravos são as diversas pontinhas espalhadas pela superfície do pneu que auxiliam na aderência.

É fácil saber se é hora de trocar: cheque se os sulcos e/ou cravos estão perto de sumir. Se já tiverem sumido, já passou da hora de substituir os pneus da bike.

Alguns pneus contam com “furinhos” ou marcas que indicam esse desgaste dos sulcos de forma mais específica. Ou seja, se a marca sumir, quer dizer que o desgaste já passou do recomendado e o pneu deve ser trocado.

Outra forma de perceber que é hora de trocar está relacionada ao esvaziamento. Quando o pneu começa a esvaziar com frequência, provavelmente a banda de rodagem está muito desgastada e não protege mais a câmara.

Por fim, um cuidado importante está na calibração. Ao contrário do que pode parecer, uma quantidade superior de ar não dá mais resistência ao pneu. É importante calibrar sempre considerando o uso da bike, o tipo de terreno e também o peso do ciclista.

Siga as recomendações da fabricante da bicicleta e dos pneus, que costumam já vir com o valor correto na borracha.

Cuidado com a inversão dos pneus

Quando falamos dos pneus da bike, é perceptível que o desgaste do pneu traseiro costuma ser mais rápido do que o do dianteiro. Isso acontece porque o pneu de trás é responsável pela tração.

É comum ouvir por aí que é uma boa ideia inverter os pneus – ou seja, quando o traseiro já está muito desgastado, colocá-lo na parte da frente. Essa prática NÃO é recomendada em todos os casos. Os pneus se desgastam de forma diferente e muitas vezes são projetados de forma específica para a dianteira ou traseira da bike. Antes de fazer esse procedimento, procure um especialista.

Venha fazer uma revisão na sua bike! Aqui na Indy Bike você conta com uma equipe especializada para oferecer o melhor para você.

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Você sabe quando trocar a corrente da bike?

Há muito se discute esse assunto em lojas, oficinas ou nos bate-papos nas trilhas e estradas.

Dizem as “lendas” que o ideal e trocar a corrente a cada intervalo de mil quilômetros. Vamos dar um exemplo:

Duas pessoas utilizam suas bicicletas por mil quilômetros, ambos têm a mesma massa corporal, peso e bicicletas idênticas.

No entanto, uma utiliza a bicicleta em região montanhosa e não realiza limpeza e lubrificação periodicamente. A outra vive na orla e só realiza percursos planos e, no entanto, realiza manutenção na transmissão da bicicleta com frequência e mantem a corrente sempre lubrificada.

Mesmo assim ainda não é possível avaliar o desgaste da corrente.

Vamos ver alguns dos fatores de influência no desgaste de uma corrente:

  • Lubrificação
  • Peso corporal do usuário
  • Relevo do terreno
  • Limpeza e manutenção dos componentes
  • Estilo da pedalada (passista ou socador)
  • Volume de quilometragem

Esses são alguns dos pontos que influenciam diretamente no desgaste não só da corrente, mas da bicicleta como um todo. Porém, a corrente é um item de suma importância já que é responsável por transmitir a força aplicada nos pedais até a roda traseira gerando movimento.

Isso gera tremendo estresse na corrente e por isso demanda cuidados especiais como a checagem periódica do desgaste, limpeza e lubrificação.

Como medir

Alguns fabricantes de correntes e a maioria dos fabricantes de ferramentas para bicicletas desenvolvem equipamentos específicos para identificar o nível de desgaste das correntes.

As formas de medição são diversas e variam de caso a caso dependendo do fabricante da ferramenta. Minha sugestão é sempre seguir a recomendação do fabricante da corrente para a escolha da ferramenta.

É importante ressaltar que conforme a corrente se desgasta ela desenvolve maior folga lateral e se estira com isso o ajuste do câmbio se torna mais difícil.

Isso porque quanto maior essa folga, maior a flexibilidade lateral da corrente e quando o câmbio é acionado se movendo lateralmente, a flexão da corrente permite que ela se mantenha no mesmo pinhão. Isso causa falta de precisão e ruídos na corrente.

Não é raro ouvir que exista falta de precisão nas mudanças e com a simples substituição da corrente há uma melhora considerável na velocidade e precisão das trocas.

Outro ponto muito importante é verificar o desgaste das coroas. Para isso também existem ferramentas, porém, raramente são encontradas e a precisão dessa ferramenta é contestável, portanto, não iremos nos aprofundar. Por isso, nossa sugestão é sempre procurar um especialista para avaliar o estado do equipamento e, dessa forma, evitar gastos desnecessários.

Quando algum dos outros componentes da transmissão está excessivamente gasto, ele também não irá combinar com os demais, causando situações perigosas, como quando se aplica maior força nos pedais e a corrente pula nas coroas ou cassete, podendo provocar acidentes.

As correntes gastas podem se romper causando, além do risco de acidentes, uma grande dificuldade para finalizar o trajeto desejado.

Compatibilidade

Outro ponto importante é que cada fabricante constrói uma corrente específica para seu grupo de peças. Claro que a maioria dos fabricantes de corrente afirma que suas peças são compatíveis com as mais diversas marcas de componentes, porém, para assegurar um bom desempenho, a orientação destes fabricantes é combinar correntes originais a seus respectivos conjuntos de transmissão.

Lembre-se também de que independentemente de um fabricante terceirizar a fabricação das suas correntes, isso não significa que outra corrente feita na mesma fábrica, mas com outro desenho, irá funcionar adequadamente. Ao substituir a corrente, procure respeitar a orientação do fabricante e de preferência procure um especialista, assim poderá evitar danos ou combinações incorretas.

Diferentes fabricantes utilizam formas distintas para o fechamento da corrente, utilize sempre a maneira indicada pelo fabricante.

Alguns utilizam pinos conectores tipo ampola (pinos com dois estágios descartáveis) ou junções rápidas conhecidas como emendas. Nunca misture as formas de fechamento, lembre-se de que a conexão de uma corrente é um ponto crucial e não permite adaptações ou emendas mal feitas.

Lubrificação

Os tipos de óleo mais populares que temos no mercado são o seco e o úmido. Use o úmido para períodos chuvosos ou trilhas com passagem por rios ou poças de lama.

Já o óleo seco é para uso em períodos de estiagem, quando há muita poeira no trajeto, mas não “encharque” a corrente com óleo, pois o excesso irá atrair sujeira e formar uma espécie de pasta formada por óleo velho com fragmentos de metal e sujeira que é altamente abrasiva e irá ajudar a desgastar todo o conjunto. Limpe bem as polias do câmbio e transmissão para evitar o acúmulo dessa pasta.

Mantenha a manutenção da sua bike sempre em dia para que possa desfrutar melhor de seu equipamento. Venha conhecer a oficina especializada da Indy Bike e faça sua revisão com quem entende de bike!

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Qual o tempo certo para fazer uma revisão na bike?

Uma boa revisão na bike pode te salvar de muitos apuros. Assim como todo tipo de meio de transporte, a qualidade dos componentes é muito importante para aumentar a segurança dos usuários. Problemas que poderiam ser evitados e fáceis de corrigir podem se tornar uma grande dor de cabeça, causando acidentes perigosos, avarias em outras peças que estavam relativamente boas ou até te deixar a pé há muitos e muitos quilômetros de casa.

Uma corrente sem lubrificação e com gomos estragados pode afetar a catraca, a coroa e as marchas da bike, de forma que o uso prolongado dela diminui a vida útil e o desempenho de todos esses componentes, ou as pastilhas do freio que, pela necessidade de maior pressão ao frear, podem deformar o aro e romper o cabo do freio.

É impossível mensurar antecipadamente as reais consequências de um acidente de bicicleta e certamente vale muito mais a pena prevenir-se de todas as formas efetivas possíveis, pelo bem do ciclista e de sua bike.

Manter a vida útil de sua bike, além de uma das melhores formas de economizar, vai aumentar em muito a sua performance. Imagine que você tem um bom condicionamento e consegue aplicar bem sua energia ao pedalar, mesmo assim, um pequeno problema nos componentes podem limitar seriamente sua performance.

Então, qual o tempo médio entre uma revisão e outra?

Você pode fazer revisões preventivas regularmente em casa, lavar a bike, engraxar e desmontar suas partes móveis para limpeza e checagem de avarias. Essa manutenção é relativa ao seu ritmo, intensidade e ambiente de pedalada. Se você usa a bike como meio de transporte, pode dar uma geral a cada três ou quatro semanas. Caso pedale longas distâncias e em ambientes off-road, a cada uma ou duas semanas seria interessante limpar seus componentes e dar uma atenção especial às pastilhas de freio, lubrificação da correia e a regulação dos cabos do freio e qualidade das raias.

Ao sentir diferenças na pedalada não hesite em adiantar sua revisão caseira, nem sempre é possível constatar sozinho onde pode estar o problema, então a ajuda profissional é requerida. Para uso urbano, a cada seis meses não deixe de leva-la em uma oficina especializada. Para uso esportivo e trilhas, entre dois e três meses.

Entenda que nem sempre uma avaria séria pode ser constatada, às vezes estão mais ocultas ou não somos capazes de determinar por conta própria sua integridade. Um profissional tem os meios de verificar a qualidade das peças e fazer diagnóstico mais específico de sua bike, além de constatar peças defeituosas e erros do próprio ciclista ao mexer em sua bike, ele também irá dar recomendações valiosas e calibrar sua bike com uma precisão maior, aumentando sua longevidade.

Há peças que não necessariamente “estragam” ao ponto de inviabilizar a pedalada, mas se desgastam muito e podem afetar sua performance, inclusive causando acidentes e danificando por tabela outros componentes. Esse é o caso das correias, cassete, cabos de freios, pneus e rodas.

Mais do que através de tempo de uso, é possível determinar a vida útil média de cada um desses pela quantidade de quilômetros andados:

  • Corrente: em media 2.700 km (na metade da quilometragem você pode inverter a corrente)
  • Cassete: 12.000 km
  • Pneus: ao perceber uma deformação significativa na superfície e o apagamento acentuado das ranhuras (uma média de 5000 km em ambientes off road e até o dobro na cidade, mas não descuide do aspecto).
  • Pastilhas: ao sentir uma aderência menor ao frear, já considere trocá-las pois, além de baratas, são vitais para sua segurança.

Manutenção no pedivela

Algumas peças podem ser consertadas ao invés de trocadas, como no caso das câmaras. Mas não abuse: ao perceber um desgaste acentuado, busque trocar o quanto antes.

Outras peças, por sua vez, tem uma vida útil prolongada e não afetam tanto a performance, mas podem causar dores de cabeça também, então esteja atento a rachaduras no quadro, dificuldade de regular e manter a regulagem do selim, dificuldade de manter a bike retilínea com pouco esforço.

Com o tempo e seguindo bem as recomendações, você será capaz de perceber por si mesmo quando houver a necessidade de revisar sua bike e com certeza terá mais economia, performance e uma pedalada mais agradável e segura!

Na Indy Bike você encontra uma linha completa de acessórios e peças para sua bike sempre que precisar de algum reparo, além de profissionais capacitados para atendê-lo.

Venha nos visitar em uma de nossas lojas e agende já uma revisão. Pedale com segurança!

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Confira 5 acessórios para bike que todo ciclista deve ter.

Quem gosta de andar de bicicleta sabe que ter os acessórios certos pode fazer toda a diferença. Seja na trilha ou na estrada, uma bike bem equipada é sinônimo de conforto e de segurança. O básico você já conhece: capacete, retrovisor, óculos ou viseira e luvas. Porém, há diversos outros itens que fazem toda a diferença para quem gosta de pedalar.

Pensando nisso, preparamos uma lista com os cinco acessórios para bike que não podem faltar nas suas pedaladas. Confira!

1. Faróis

Mesmo se você não tenha o hábito de pedalar à noite, os faróis são itens indispensáveis para a sua bike. Os faróis dianteiros e traseiros são itens obrigatórios de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro e são muito importantes para aumentar a sua visibilidade à noite e ao anoitecer, além de tornar a sua bike mais visível para outras pessoas e, principalmente, para outros veículos.

Para o farol frontal, opte por modelos com ampla visibilidade e luzes de LED, que são econômicas e eficientes.

2. Bolsa de selim

A bolsa de selim é um acessório indispensável para quem quer ter mais segurança na hora de pedalar. Ela pode ser usada para guardar uma câmara sobressalente, que é um item de segurança indispensável para quem pedala e, em alguns casos, sobra espaço até para uma bomba de ar compacta.

Além disso, você pode levar adesivos de remendo para reparos rápidos nos pneus e o kit de ferramentas — outro acessório para bike indispensável.

3. Kit de ferramentas

Um ciclista bem prevenido não fica a pé. Por isso, é importante manter um kit básico de ferramentas na bike. Você pode optar por kits de ferramentas no formato canivete, que possuem todos os itens que você precisa para fazer um reparo emergencial na sua bike, ou kits com várias peças.

Os modelos multiuso do tipo canivete, em geral, são mais práticos para carregar na bike. Além do kit de ferramentas, também é bom carregar um canivete suíço — principalmente se você pratica mountain bike e vive pedalando em trilhas.

4. Bomba

A bomba de ar complementa o rol de acessórios para bike indispensáveis para a sua segurança. Há modelos bem compactos que podem ser armazenados na bolsa de selim ou afixadas em um suporte no quadro da bicicleta.

Dê preferência para os modelos de bomba com trava de válvula de câmara, que possam ser usadas em bico grosso ou fino. Os modelos double shot são uma alternativa eficiente e compacta.

5. Hidratação

Levar uma garrafa de água é fundamental em qualquer pedalada, concorda? Mas não caia na tentação de comprar um suporte qualquer. Dê preferência para modelos de fácil encaixe, leves e resistentes.

Já a garrafa — também chamada de caramanhola — deve ter o bico largo, ser fácil de abrir e fechar e ser de um material que não dá cheiro ou gosto na água.

Outra opção para pedaladas longas é a bolsa de hidratação: uma mochila térmica com uma bolsa d’água interna e um tubo que fica preso nas alças, ao seu alcance.

Além desses acessórios, também vale a pena investir em um ciclo-computador para registrar as suas pedaladas e acompanhar sua performance. Com essas dicas de acessórios para bike você vai pedalar com mais conforto e segurança.

Se você ainda não tem algum desses acessórios ou deseja trocar por um modelo mais novo, visite uma de nossa lojas físicas ou visite nosso site: https://loja.indybike.com.br/ e faça sua compra.

Temos também toda a linha de acessórios e roupas, além de uma oficina especializada para você pedalar com mais segurança. Pedale sempre com segurança!