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Saiba como cuidar dos freios da sua bike.

A manutenção dos componentes de uma bicicleta, além de aumentarem a vida útil do equipamento, interfere na segurança do ciclista. Um dos itens que trazem grande segurança, são os freios. Estes precisam estar com manutenções em dia para que a integridade física do atleta não tenha muitos riscos, caso precise utilizá-los.

Como existem alguns tipos diferentes de freios, a manutenção varia conforme cada um. Os freios a disco, por exemplo, têm duas variações e podem ser mecânicos ou hidráulicos. Cada um deles tem suas diferenças em relação ao desempenho e na potência da frenagem.

Porém, muitos ciclistas não estão habituados a cuidar com a devida atenção de seus freios. Isso pode trazer diversos perigos em uma pedalada, seja ela casual ou uma trilha, que necessita sempre de bons freios.

Tipos de freios
Existem alguns tipos de freios diferentes, que variam conforme o objetivo do ciclista. Por exemplo, os freios a disco são mais comuns em mountain bikes, mas não é estranho encontrá-las em bikes de estrada.

Os freios mais encontrados no mercado são de aro, principalmente usados por iniciantes. E por fim, os freios side pull, ou hidráulicos, que são mais utilizados em bikes de estrada nos últimos tempos.

Freios de aro
São os freios mais encontrados no mercado, e são populares por conta de sua simplicidade. O acionamento deles se dá pela maçaneta do guidão, interligada por meio de cabos de aço. Ao acioná-los, os cabos apertam as laterais do aro, que dependendo da força empregada, diminuí a velocidade ou trava os pneus.

Freios a disco (hidráulico ou mecânico)
Mais comuns em mountain bikes, os freios a disco têm dois tipos de sistema. Podem ser hidráulicos ou mecânicos. Mas, sua base é composta por pastilhas de freio, o disco e a pinça de freio, adaptadas das motocicletas para as bikes por conta de sua eficiência.

Por não ter contato com o aro, esse freio não o desgasta. Seu sistema de acionamento passa pela maçaneta do guidão e chega até o meio da roda, onde o disco fica posicionado, com menos contato com sujeira e água.

Freio side pull
Os freios site pull também conhecidos como “ferraduras” são muito comuns nas bikes de speed. São mais leves e potentes, mas exige mais força nas mãos para acioná-los. Devido as altas velocidades nas estradas, a potência dele é maior, e com manutenção mais simples.

Riscos de falta de manutenção
Com o uso de uma bicicleta, os componentes dela vão se desgastando naturalmente exigindo alguns cuidados. Além disso, o contato com sujeiras das estradas ou a lama das trilhas pode deteriorar os sistemas de freios, comprometendo a segurança dos ciclistas.

Os freios precisam estar com a manutenção em dia. No caso dos freios a disco, é sempre importante verificar se as pastilhas estão desgastadas, para que a potência da frenagem não seja comprometida.

Já nos freios hidráulicos, é preciso manter a lubrificação em dia. Com isso, a resposta do freio, a partir do acionamento se mantém normal, bem como sua potência.

Portanto, os freios são fundamentais na segurança dos ciclistas, e devem estar sempre com suas funções em pleno funcionamento. Para que não haja problemas, é fundamental ter conhecimento nos equipamentos, ou levar a bike para especialistas em manutenção.

Como cuidar dos freios
Com os diferentes tipos de freios, existem formas diferentes de cuidados para cada um. Como são sistemas e compostos por matérias diferentes, demandam cuidados distintos. Desta forma, o mais importante é manter o seu freio bem cuidado.

Nos freios a aro o mais importante é verificar se as condições dos cabos são adequadas para acionar as sapatas, que estão ligadas ao aro. Por se tratar de um freio mais simples, sua manutenção pode ser feita em casa, e assim diminuir os riscos de acidentes.

Para a manutenção dos freios a disco, o mais importante é conferir regularmente as condições das pastilhas. No caso dos freios a disco mecânicos, apenas um lado da pinça deles se movimenta, o que pode movimentar a posição das pastilhas. Com isso, o disco pode ser comprometido e causar danos no freio.

Ainda nos freios a disco, só que nos hidráulicos, a manutenção precisa ocorrer na lubrificação deles. Sem esquecer de conferir o desgaste das pastilhas, a troca do fluído do freio deve ocorrer por especialistas. Como deve ser feita a sangria do óleo antigo, esse processo se mal realizado pode comprometer a estrutura do freio, bem como sua execução.

Na manutenção dos freios side pull, é preciso mantê-los limpos. A sujeira pode danificar seu sistema e prejudicar a eficiência da frenagem. Além disso, é preciso manter a lubrificação do cabo no período correto.

O Ideal e levar sua bike em uma oficina especializada e de confiança para realizar esse serviço. Venha conhecer o Centro Técnico Especializado da Indy Bike e tenha certeza de um serviço de qualidade, feito por quem entende do assunto.

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Bicicletas elétricas ganham cada vez mais as ruas.

As bicicletas já conquistaram de vez seu espaço na vida de moradores de centros urbanos que se preocupam com uma vida saudável e o meio ambiente. Elas são uma forma prática e sustentável de se locomover pelas cidades e ainda garantem que a prática de exercícios físicos fique em dia e seja parte da rotina.

Mas, quando o percurso inclui longas distâncias, ou a cidade tem muitas ladeiras, a bicicleta comum pode não ser a opção mais assertiva. Nestes casos, as bicicletas elétricas podem ser ótimas alternativas. E é por isso que elas estão se tornando cada vez mais populares.

Movidas à bateria, as bicicletas elétricas proporcionam uma pedalada extremamente confortável e muito mais rápida em comparação com uma bicicleta tradicional, além do benefício de chegar ao seu destino sem suar. Engana-se quem pensa que a queima de calorias é perdida, pois numa bike elétrica você também pode pedalar.

Quais as principais vantagens desse tipo de veículo?
Além de boas para a sua saúde e para o planeta, esses veículos também são bons para o seu bolso. As bicicletas elétricas costumam ser mais baratas do que uma moto ou carro e você ainda economiza com impostos e estacionamento.

Isso, sem falar que, especialmente nas grandes cidades que possuem ciclovias, são consideradas um dos meios de transporte mais rápidos, ou seja, você não precisará mais perder tempo em engarrafamentos caóticos cada vez maiores

E, como exigem menos esforço do que uma bicicleta normal, provavelmente você não vai chegar suado ao seu destino.

Como funciona uma bike elétrica?
Uma bicicleta elétrica não dispensa os pedais, apesar do motor. Mas, justamente graças a ele, esse veículo exige menor esforço nas pedaladas, e esse é o principal diferencial desse tipo de bike.

Existem no mercado, basicamente, dois tipos de bicicletas elétricas. O primeiro não tem acelerador e são as pedaladas que ativam o motor, ou seja, a bicicleta só anda se a pessoa pedalar, que chamamos de “pedalada assistida”.

No segundo modelo, com acelerador, as pedaladas são opcionais, pois o motor pode ser acionado por esse dispositivo.

As bikes elétricas também podem ser equipadas com um painel, pelo qual o ciclista pode acompanhar informações sobre velocidade, quilometragem rodada e nível de bateria, por exemplo.

Bicicleta elétrica carrega pedalando?
Para recarregar a bateria da sua bicicleta elétrica, você precisa retirá-la do veículo e ligar na tomada, ou simplesmente conectar à tomada com a ela acoplada na bicicleta.
Caso seja necessário, você também consegue fazer a recarga facilmente em qualquer outro lugar, como a casa de um amigo ou no escritório.

É importante lembrar que após a carga completa, recomenda-se retirar da tomada.

Quanto tempo demora para carregar uma bicicleta elétrica?
O tempo de recarga depende de qual bateria a sua bike usa.
As baterias de lítio costumam demorar cerca de 4 a 6 horas para atingirem a carga máxima e podem ser usadas e recarregadas a qualquer momento, sem problemas.

Quanto anda uma bicicleta elétrica?
Depende da combinação em amperagem da bateria e potência do motor. Em geral, com uma carga completa, uma bike elétrica consegue andar até 40 quilômetros, mas a autonomia depende das condições do terreno, do peso carregado e até da direção do vento.
As baterias de lítio costumam durar em média de quinhentos a mil ciclos de recargas, mas depois, basta trocar a bateria para continuar usando a sua bike elétrica.

Qual a velocidade máxima de uma bicicleta elétrica?
A maioria das bicicletas elétricas consegue atingir a velocidade máxima de 25 km/h. Existem modelos que prometem chegar a mais, mas a legislação brasileira determina que esse limite de velocidade não seja ultrapassado.

Como escolher a bicicleta elétrica ideal?
A primeira coisa que o ciclista deve levar em conta na hora de escolher a sua bike elétrica é definir o tipo de uso que ele necessita: se utilizará para transporte, lazer ou ambos; a distância a ser percorrida e se possui subidas no trecho.

Ficou interessado? Então venha conhecer mais as bikes elétricas aqui na Indy Bike. Nossos consultores vão tirar todas as suas dúvidas e definir a melhor bike para você.

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Manutenção de bicicletas elétricas — Como cuidar da sua?

A bicicleta elétrica é uma das melhores saídas para quem precisa se deslocar em áreas urbanas e não quer enfrentar engarrafamentos. Ela permite tanto o uso do pedal quanto do motor elétrico.

Além de não contribuir negativamente para o tráfego, a bike elétrica não emite gases poluentes e dificilmente causa acidentes letais.

Estrutura da Bicicleta Elétrica
A bike elétrica é quase igual a uma bicicleta comum. No entanto ela possui uma bateria e um motor elétrico ligado a uma das rodas. Essa bateria é recarregável em tomadas.

O motor pode conter um acelerador ou o chamado PAS (Pedal Assistent System, ou sistema de assistência de pedal). Esse mesmo motor não gera combustão, ignição, sistema de transmissão ou carburação. Não existe troca de óleo.

A bateria da bicicleta elétrica é impermeável à chuva; no entanto, o motor, apesar de resistente à água, deve ser preservado sempre que possível.

Cuidados com a E-Bike
No começo de sua vida útil, a bicicleta elétrica exige os mesmos cuidados que uma comum: certificar-se de que os pneus são adequados para o seu percurso e mantê-los calibrados, por exemplo.

Para limpá-la, passe um pano úmido no quadro da bicicleta. Em seguida, limpe bem as correntes com uma escova de dentes com querosene. Use a mesma substância num pincel e passe sobre as coroas.

No entanto, evite as catracas. Aqui, o ideal é usar WD40 – assim como para o quadro. Por último, passe vaselina sólida nas correntes.

Use o acelerador sem abusos e o seu motor continuará em forma por muito tempo. Lembre-se de que a bike elétrica não é uma motocicleta, e não foi projetada para atingir altas velocidades – sem contar que isso é perigoso para o e-ciclista.

Também evite dar muitas caronas: o sobrepeso constante exaure o motor e os pneus, além de consumir muito mais bateria. Fique sempre atento ao limite de peso que a sua bike motorizada suporta.

Atenção à Bateria da Bicicleta Elétrica
Não espere que a bateria descarregue totalmente para recarregá-la, nunca.

Na hora de recarregar, primeiro encaixe o carregador na bateria e só então ligue-o na tomada. Ao término, retire tudo da tomada e apenas então desencaixe da bateria.

Não deixe a bicicleta elétrica carregando por mais de 15 horas.

Se passar longos períodos sem utilizar sua bicicleta elétrica, carregue a bateria uma vez ao mês, no mínimo.

Dicas:
Não deixe sua bicicleta elétrica carregando em lugares molhados ou sob a chuva. Eventuais choques poderão ocorrer.

Verifique, quinzenalmente, se as rodas e os parafusos estão bem apertados e sempre utilize capacete. Esses são dois itens básicos de segurança estrutural.

Equipe sua bicicleta elétrica com retrovisores, buzinas, refletores noturnos e outros acessórios de segurança.

Lembre-se: A cada seis meses, procure uma loja especializada e realize uma revisão geral da bicicleta elétrica. Venha fazer sua manutenção na Indy Bike. Contamos com pessoal qualificado e treinado para deixar sua bike em forma.

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A manutenção de bicicleta é essencial para garantir a segurança.

É importante que a sua bicicleta esteja sempre em ordem e passe por revisões gerais periodicamente, feitas por oficinas especializadas no assunto. Mas verificações e pequenos reapertos não requerem muita técnica e você pode fazer isso em casa, antes de sair para pedalar, desde que tenha as ferramentas básicas. Verifique sempre alguns itens importantes:

Transmissão
Primeiro, é imprescindível manter a transmissão em ordem, ou seja: a corrente, as catracas e as coroas devem estar limpas e lubrificadas, para que o desgaste dessas peças não seja excessivo. A limpeza é importante para melhorar a mudança de marchas e conservar o câmbio. Mas atenção: uma lubrificação exagerada ou no local errado é sujeira na certa. O ideal é usar um pouco de solvente ou um óleo especial.

Suspensão
É um item caro em sua bicicleta e merece cuidado e manutenção periódica. As de ar e óleo devem ser revistas cada seis meses, mas se o uso é frequente a cada quatro meses. As de elastômero costumam precisar de uma revisão anual. Mas quando usadas em condições adversas (chuva forte ou lama), necessitam de revisão imediata.

Os cabos
Em geral devem estar lubrificados e limpos, pois senão aumenta o esforço na mudança de marcha e frenagem, diminui a precisão e deixa o câmbio lento ou impossibilita o seu uso. Não esqueça de sentir se o freio está na sua regulagem e as sapatas todas apertadas. Quando os freios não estão do jeito certo, sair para a rua pode ser fatal.

As rodas
Elas devem estar uniformes, com os aros alinhados e todos os raios tensionados. (Atenção: aro alinhado não significa raios tensionados e raios tensionados não significa aro alinhado, em ambos os casos talvez seja necessária substituição). Bem centradas, as rodas garantem maior velocidade, estabilidade e frenagem, e lhe poupará novas sapatas de freio. Outro problema de aros desalinhados é que as sapatas podem pegar nos pneus e rasgá-los, o que acontece também quando as sapatas estão soltas.

Os pneus
Os pneus devem estar calibrados com a pressão correta para o seu peso ou a condição do terreno. Calibragem baixa pode ocasionar um snake bite – quando o pneu bate no chão e a câmara abraça o aro, ocasionando um furo ao lado do outro. Calibragem excessiva diminui o conforto, pois o pneu fica muito duro e não absorve as irregularidades do terreno, além de gastar mais rápido e apenas o centro da banda de rodagem.

O quadro
O garfo não pode ter nenhuma folga na caixa de direção, pois caso isso aconteça, a caixa e o garfo são danificados, podendo até quebrá-los. Verifique também se o quadro não apresenta nenhuma trinca, principalmente depois de uma trilha forte.

O selim deve estar preso e sem o bico muito inclinado.

O guidão não pode estar torto nem trincado.

Os cubos devem estar lubrificados e sem folga.

Pedivela e pedal devem estar bem presos, ou você terá sérias complicações, pois todo seu ponto de apoio está nessa peça. O movimento central deve estar lubrificado e sem folga.

Desajustes nesse conjunto podem prejudicar o funcionamento do câmbio dianteiro.

Verifique ainda se todos os parafusos estão apertados.

E não deixe de procurar uma oficina especializada para que essa revisão seja bem feita e se necessário a troca de algum componente. Deixe sua bike com quem entende, venha conhecer a Indy Bike e pedale com segurança.

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EBikes – O que significa Potência e Torque.

As bicicletas elétricas chegaram para colocar mais energia nas pedaladas de muita gente, seja na cidade, nas trilhas ou nas estradas. Porém, juntamente com as novas tecnologias, as elétricas chegaram trazendo novas terminologias e, se você está pensando em comprar uma, é importante entender um pouco mais.

Potência
A potência do motor influencia no desempenho da sua bicicleta elétrica. O indicado é adquirir bicicletas elétricas com motores a partir de 250 W, pois são modelos que oferecem uma boa velocidade e ótimo desempenho enquanto você pedala.

De forma simples, o número indica quanta potência a elétrica vai conseguir colocar em cima da sua, para auxiliar seus pedais.

Ou seja: Potência = torque x rotação.

As bikes elétricas costumam ter a potência nominal limitada em 250 W. A força do motor determina a sua capacidade de subir inclinações, e a rapidez no arranque e pode ser medida em Volts (V) e em Newton metros (Nm). Quanto maior o número de volts, maior será a força do motor. A maioria das bicicletas elétricas no mercado oferecem voltagens entre 24V e 48V, sendo o mais comum os 36V. Também os Newton metros influenciam a força do motor, na medida em que, quanto maior o número de Nm, maior a força do motor. A grande maioria dos motores no mercado apresentam uma força entre os 40Nm e os 75Nm.

Por isso, se você deseja uma bike mais forte, procure por modelos com um maior torque máximo divulgado.

No Brasil, o código de transito indica que bicicletas elétricas não podem ter potência nominal superior a 350 watts.

Torque

O Torque é uma grandeza vetorial da física associada às forças que produzam rotação em um corpo. Para simplificar, basta pensar na força que você faz ao apertar um parafuso da mesa da bike, por exemplo. Para aumentar o torque, você pode ter uma alavanca maior, ou aplicar mais força com as mãos.

Ou seja: torque = força x comprimento da alavanca.

Justamente por essa relação com o tamanho da alavanca, o torque costuma ser definido em Newtons metro (N.m). Voltando para o exemplo do parafuso da mesa da bike: se ele precisa ser apertado com 5 N.m, você precisaria aplicar uma força de 5 newtons, em uma alavanca de 1 metro, para atingir o torque correto.

Mais torque significa que o sistema elétrico tem maior capacidade de girar a transmissão da bicicleta em situação extremas, mesmo com rotações baixas. Como potência = Torque x rotação, um número maior costuma indicar uma bike mais “forte”.

Atualmente, as bikes mais simples do mercado, muitas vezes equipadas com motores no cubo, possuem cerca de 30 ou 40 N.m de torque, enquanto os modelos mais fortes podem passar de 100 N.m de torque.

A bike elétrica é um veículo que veio para ficar. Com essas dicas, temos certeza de que você vai escolher facilmente a sua, além de prolongar a durabilidade do equipamento.

Venha conhecer a bicicleta elétrica na Indy Bike. Nossos consultores terão prazer em tirar todas as suas dúvidas e orientar na melhor opção para você.

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O final de ano já está chegando. Revisão não é só para seu carro!

Com as férias de final de ano chegando, os apaixonados por bicicleta já ficam pensando em que caminhos irão colocar suas bikes para rodar. Alguns vão encarar longos pedais de cicloturismo, outros vão pedalar suas estradeiras e ainda tem a turma dos que vão fazer diversas trilhas de mountain bike. Seja qual for a sua, uma coisa é certa: levar a bicicleta no seu mecânico de confiança na melhor oficina de bicicleta da sua cidade.

Uma das coisas que podem arruinar um passeio de bicicleta é um problema mecânico durante o trajeto. Devemos considerar de suma importância antes de cada passeio a revisão de algumas peças de nossa bicicleta, uma verificação rápida e regular de uma série de pontos evitará mais de uma quebra durante o trajeto. Em uma mountain bike, com a qual percorremos todo tipo de caminho e trilhas, nem todos os problemas podem ser evitados com uma manutenção preventiva rotineira, mas quase a maioria.

Para que sua bike esteja boa a qualquer momento é recomendável revisá-la, assim como o resto dos acessórios e o equipamento completo, uma vez por semana ou no máximo duas. Esta simples operação eliminará possíveis quebras no trajeto.

A Indy Bike acredita que é de extrema importância uma boa manutenção, além de ser um bom investimento. Desta forma, você prolonga a vida útil dos componentes da bike, faz com que seja possível detectar problemas na fase inicial, evitando quebras no meio do seu treino ou passeio. Sem contar que fazendo a manutenção correta e com regularidade, evita-se a troca de peças e gastos desnecessários.

Ter as ferramentas certas, somado ao conhecimento técnico, resulta em qualidade de serviço. E a garantia de que você não terá surpresas quando estiver pedalando.

O que é feito em uma revisão completa:
A Bike é lavada e desmontada. São lubrificados cubos, caixa de direção, movimento central, cabos e conduite. É realizada a regulagem de freios e marchas, centrados os aros, verificados diversos itens como ajuste de mesa, pedivela, guidão, pressão de pneus e suspensão.

Na oficina especializada da Indy Bike, oferecemos um serviço completo e de qualidade para garantir que sua bike esteja sempre em boa forma e pronta para qualquer empreitada, seja ela nacional ou importada.

Agende já a sua revisão e curta suas férias com tranquilidade e segurança.

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Entenda a importância da revisão periódica para a sua bike.

De tempos em tempos é sempre importante verificar se sua bicicleta está em dia para continuar praticando atividades. A revisão da bicicleta é fundamental para evitar eventuais problemas e prevenir acidentes. Como outros meios de transporte, as bicicletas demandam atenção com o tempo de uso de seus componentes.

A bicicleta, como é um bem durável, precisa de manutenções dependendo da frequência do uso dos equipamentos. Com isso, a bicicleta vai se desgastando e alguns componentes podem se deteriorar e causar problemas mecânicos. Isso pode acarretar até mesmo acidentes, ou não permitir o uso da bicicleta durante o exercício.

Portanto, para evitar eventuais dores de cabeça, é preciso se atentar sempre às necessidades da bicicleta. Com diversos componentes, e com o tempo de uso, a revisão é um serviço que deve ser constante.

Quando fazer revisão da bike?
Antes de saber quando fazer a revisão da bicicleta é importante saber que não há um período específico para isso. Assim, o uso em modalidades diferentes e frequência de uso também impacta em quando realizar uma revisão de bike. Como todo bem durável, uma forma de aumentar sua vida útil é manter os cuidados em dia. De uma simples lavagem em casa até a manutenção de componentes na oficina, aumentam a eficiência do equipamento.

Conhecer sua bike a fundo também pode indicar quando fazer a revisão. Com o uso, a bicicleta começa a apresentar desgaste naturais, e isso impacta nas pedaladas. Então, qualquer anormalidade que seja percebida durante uma pedalada deve ser vista para não virar um problema maior.

Durante uma trilha, há muito pó, lama, barro e trepidações que podem deteriorar os componentes. Além disso, toda essa atividade do MTB acelera o desgaste dos componentes. Por isso, e se há atividades constantes em trilhas e participação de competições, recomenda-se revisar a cada 2 meses. Dependendo de sua intensidade, pode ser necessária a revisão da bicicleta após o uso.

Em bikes usadas no asfalto, caso não seja para participar de competições o tempo pode ser um pouco maior. Então, se você usa sua bike para locomoção urbana diariamente, é recomendado o prazo de 6 meses por revisão. Claro que é importante notar os sinais de lubrificação das correntes e outros componentes, que podem demandar atenção.

É importante ressaltar que esses prazos são para revisões completas da bicicleta, acompanhadas de profissionais. Então, as vezes é necessário realizar manutenções periódicas com menos antecedência, sem levar para uma oficina. No uso diário, o intervalo de 1 mês é perfeito para evitar problemas mecânicos na bike. No uso para trilhas, ou percursos mistos, duas semanas é um bom período para verificar a limpeza e lubrificações.

O que se faz na revisão da bicicleta?
Buscar uma revisão de bicicleta profissional evita eventuais danos aos equipamentos revisados. Isso porque muitos componentes são sensíveis e demandam conhecimento de pessoas especializadas. Fazer a revisão em casa pode danificar peças importantes como o cabo do freio, fundamental para uma pedalada.

Para que uma revisão seja completa e bem-feita, é preciso remover todos os componentes e limpá-los. Toda a bicicleta é desmontada e seus componentes lavados, e por isso a busca por um profissional é fundamental. Cada componente tem seu próprio cuidado e algo mal encaixado o não lubrificado corretamente pode causar grandes problemas. Então, o cuidado de um profissional é fundamental para que tudo seja corretamente lubrificado e montado sem problemas.

Outro ponto importante são as regulagens de alguns componentes, como as marchas, por exemplo. Essa regulagem correta impede que os raios e o câmbio sejam comprometidos, estragando a bike no pior dos casos. Os especialistas possuem as ferramentas certas para estes serviços. Outras regulagens importantes como dos freios hidráulicos, fazendo a sangria deles e regulagem da suspensão fazem parte de uma revisão.

É importante sempre levar a sua bike para revisão em uma oficina de confiança e que tenha pessoal qualificado para fazer esse trabalho. Venha para a Indy Bike e conheça nosso Centro Técnico Especializado. Sua bike aqui é bem-vinda!

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Você sabe como cuidar do quadro da bike?

Os amantes do pedal costumam se preocupar com a corrente, pneus e outros acessórios. Mas o que muita gente esquece é que cuidar do quadro da bicicleta é essencial para mantê-la conservada e bem preservada.

Assim como outros componentes da bike, o quadro necessita de cuidados específicos. Mas não é só isso.

Para manter sua bike em perfeito funcionamento, vários fatores devem ser levados em consideração. Pensando nisso, separamos algumas dicas essenciais que você deve ter com o quadro da bicicleta. Confira!

Atenção ao escolher o tamanho do quadro da bicicleta
Não existe situação mais desagradável do que pedalar com um quadro de tamanho errado. Isso causa dor, cansaço e atrapalha e muito o rendimento de quem está na bike.

O que determina o tamanho do quadro ideal é a altura do cavalo do ciclista. Se você ainda não sabe, o cavalo é a medida da parte interna de suas pernas, da parte inferior do púbis até o chão.

O valor do cavalo será o tamanho aproximado do quadro ideal para uma pessoa. Existe uma fórmula bem simples que pode ajudar, veja só:

Speed: altura do cavalo x 0,65;
Mountain Bike: altura do cavalo/2,54 – 14.

Evite fazer modificações no projeto original
Sabemos que, muitas vezes, a nossa bike não vem do jeito que queríamos e é nesse momento que entra a reforma. Mas, em se tratando do quadro, é importante evitar fazer modificações no projeto original. Alterações de componentes podem criar pontos de tensão e fazer com que sua bike não funcione da maneira correta.

Escolha o modelo correto de acordo com a modalidade de ciclismo
Escolher o quadro de acordo com a modalidade de ciclismo a ser praticada é uma das regras mais importantes. Praticantes de Mountain Bike, por exemplo, devem optar por quadros mais reforçados capazes de aguentar os impactos causados por buracos e obstáculos.

Já os ciclistas da modalidade BMX necessitam de um quadro mais comprido. Se você tem dúvidas sobre o modelo ideal para o seu caso, consulte um profissional. Jamais faça escolhas sem ter certeza.

Conservação do quadro de bicicletas usadas

Tenha cuidado com produtos derivados do petróleo.
Para manter o quadro da bicicleta sempre conservado, é importante evitar ao máximo o contato do objeto com produtos derivados de petróleo, como benzina, tiner e querosene. Lave o local somente com água e sabão neutro.

Invista em um protetor de quadro
As chicotadas que as correntes lançam no quadro podem arrancar o verniz e criar falhas na fibra. Por isso, considere a opção de adquirir um protetor de quadro, como os feitos de borracha ou de papel contact. Ele vai manter a sua bike protegida e bem cuidada por mais tempo.

Tome cuidado na hora de estacionar
Ao estacionar a sua bike, certifique-se de que o quadro não está encostando na parede ou em outros objetos para evitar que sua pintura seja danificada. Além disso, caso perceba alguma área descascada, proteja-a imediatamente com esmalte de unha ou com um adesivo.

Dica importante: Leve sua bike a uma oficina especializada. Jamais tente fazer reparos sem a ajuda de um profissional. Venha para a Indy Bike e conheça nosso Centro Especializado em Manutenção. Fique seguro ao pedalar!

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Você sabe a importância de manter sua bicicleta sempre revisada?

Pedalar de forma segura é fundamental para você evitar acidentes durante o percurso, seja em competições ou até mesmo em um pedal mais livre. Por isso, uma bicicleta revisada é fundamental para que você não se prejudique.

Mas você sabe quando e como fazer essa revisão?

A bicicleta precisa de cuidados especiais para que ela garanta a você o melhor funcionamento de todos os seus componentes, prolongando a vida útil de cada um deles.

Algumas peças precisam de uma atenção especial e redobrada, é verdade, como, por exemplo, os freios, componentes essenciais para o ciclista. E por mais que você pense que seja algo complexo, existem formas básicas para manter a manutenção em dia.

Vale ressaltar que, apenas o desalinhamento de uma peça, poderá acarretar em diversos problemas por todo o sistema da bike.

Um excelente exemplo disso é a lubrificação adequada da corrente e os gomos que estejam prejudicados. Com essas peças “fora do normal”, a catraca, a coroa, as marchas ou a pastilha de freio também serão perdidas.

Por isso, é muito importante que você mantenha uma rotina definida para as revisões da sua bike, assim, você conseguirá acompanhar como está a vida útil de cada uma das peças, assim como da sua bicicleta. E caso tenha algo de errado, poderá fazer o conserto no mesmo momento.

Quando devo fazer a revisão da bike?

É importante manter sua bicicleta revisada frequentemente, para evitar maiores prejuízos futuramente. Mas, uma revisão irá depender do quanto e como você utiliza a sua bike.

O recomendado é que você faça uma revisão no momento da compra da sua bicicleta, para que ela possa ficar totalmente calibrada para o seu pedal.

Nos casos de revisões mais simples, recomendamos que seja feita entre 3 ou 4 semanas.

Mas, se você usa muito sua bike para mtb e outras modalidades que exigem maiores esforços, amplie a revisão para as pastilhas de freio, engraxe da correia e a regulagem dos cabos de freio. E a recomendação é que seja feita entre 1 e 2 semanas.

Por outro lado, existem algumas peças em que você precisa atentar-se à quilometragem que esteja usando a sua bike. Para cada uma delas, existe um prazo. Veja abaixo:

Corrente: Geralmente, com 2.700 km, mas quando chegar na metade desse valor, você já poderá inverter sua posição.
Cassete: Algo em torno de 12.000 km.
Pneus: Para os casos de percursos off road, os pneus duram cerca de 5.000 km rodados e para a cidade o dobro desse tempo. Mas, caso você perceba alguma deformação ou que as ranhuras estejam apagadas, pode realizar a troca antes.
Pastilhas: Se você tentar utilizar o freio e sentir uma menor aderência, pode considerar a troca, pois elas são vitais para sua segurança, além do fato de não serem caras.
Suspensão: Se você começar a perceber que os impactos na sua bike estão mais fortes do que o comum, é o momento ideal para uma revisão.
Câmbio: A regulagem das marchas é algo primordial para sua segurança, afinal, elas nesse estado farão com que a sua pedala fique instável, com a sensação de troca de marcha de forma automática.

E o mais importante, nunca faça uma revisão por conta própria. É muito importante que um especialista examine a sua bike para identificar de forma certeira o problema e arrumar da forma correta.

Deixe sua bike com quem entende do assunto. Aqui na Indy Bike temos profissionais qualificados para fazer uma revisão completa para que você pedale com segurança!

Então, não deixe para depois e faça a manutenção na sua bike agora mesmo!

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Vai comprar ou trocar sua bike? Conheça os melhores modelos para passeio, transporte urbano, manobras e trilhas.

Bicicletas estão longe de serem todas iguais. Pequenos detalhes na sua estrutura podem fazer toda a diferença, seja um quadro compacto que permite mais velocidade ou pneus mais largos para aguentar o tranco de solos irregulares. O tipo ideal vai depender da forma de uso: na cidade, em trilhas irregulares, para competição, para manobras ou até mesmo para passeios na praia ou no parque. Abaixo, compare os modelos e saiba como escolher a melhor para você.

Terrenos irregulares
A Mountain Bike (MTB) é a preferida de muitos, pois serve para diversas finalidades: desde percorrer trilhas de terra até pedalar no asfalto.

O quadro costuma ser de carbono, material leve e resistente permitindo que a bicicleta seja facilmente carregada ou levada em viagens. Os pneus, mais largos e com cravos (pinos de aderência), são perfeitos para percorrer solos com buracos e lama. As marchas ajudam a enfrentar subidas e a suspensão (dianteira e/ou traseira) serve para dar mais conforto e estabilidade em solos irregulares.

Transporte urbano
Equipada com pneus mais finos e sem cravos, a mountain bike também pode ser uma boa opção para uso no asfalto. As marchas ajudam, principalmente, quando o percurso é cheio de subidas. Quando o terreno for mais plano e sem buracos ou necessidade de subir em calçadas, as bicicletas confort e road também podem ser usadas.

Passeios a lazer
Se o objetivo é apenas lazer – pedalar na praia, em parques ou apenas dentro do condomínio, a confort bike é o modelo indicado. Como o nome diz, essa bicicleta deixa a pessoa em uma posição muito confortável. Ela é mais baixa, permitindo que o ciclista apoie os pés no chão sem ter que descer da bike.

O selim (banco) costuma ser bem confortável e há modelos com 18 ou mais marchas. No entanto, o quadro costuma ser de cromo, o que deixa a bike mais pesada e difícil de ser usada em subidas ou percursos mais longos.

Ciclismo
Bicicletas de corrida, como a road bike, são ótimas para estradas boas com solos perfeitos. Elas permitem percorrer grandes distâncias com facilidade e rapidez. O que mais a caracteriza é a geometria, já que o tubo do selim costuma formar um ângulo de 73 graus, formato ideal para a finalidade dessa bike. A maioria desses modelos também apresentam marchas, embora nem sempre sejam muito utilizadas.

Manobras
Bikes BMX e free-style são menores e mais compactas, com aros 20 – ideais para serem manobradas. Com freio na dianteira, a pessoa consegue obter frenagens bruscas com mais eficiência e segurança, permitindo a realização de manobras como RL (empinar a bike para frente). O quadro pode ser de cromo, alumínio ou titânio e não é preciso ter marcha, já que o objetivo não é percorrer grandes distâncias com esse modelo.

Femininas
Os modelos femininos garantem mais conforto às mulheres ao montar e desmontar da bike, já que o tubo horizontal do quadro é mais inclinado. O peso também é mais leve, a suspensão é mais macia e o selim é desenhado especialmente para o tipo físico da mulher. Essas bicicletas costumam ser feitas de alumínio e carbono e podem ou não ter marchas.

Dobrável
Para quem quer mais segurança e praticidade para guardar a bicicleta, a dobrável pode ser uma ótima opção. É fácil de ser carregada no carro, no ônibus e no metrô e cabe em qualquer canto da casa. No entanto, vale lembrar que esses modelos são menores – aro entre 16 e 20 – e menos estáveis, não permitindo chegar a grandes velocidades.

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