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Vai viajar? Saiba como transportar sua bike com segurança.

Com a chegada do verão e das férias escolares, muitas pessoas viajam em busca de diversão.

Mas para a diversão começar é preciso saber as formas de transportar sua bike com segurança:

No carro

 Suporte de traseira

É o suporte mais barato para carregar sua bike. Prende-se o suporte ao porta malas do carro usando fitas e a bike fica amarrada no suporte. Este é um tipo de suporte que quebra um bom galho! Tem muita gente que anda centenas, até milhares de km transportando a bike neste tipo de suporte. Mas não é o mais prático nem o mais seguro.

Não é muito prático porque você precisa colocar tudo o que gostaria no porta malas e depois prender o suporte e amarrar a bike e se esqueceu de colocar alguma coisa no porta malas ou precisar tirar, pronto, vai ter que desfazer tudo e isso acontece!

Pela nossa legislação nada pode tampar a placa do carro, então se o suporte ou a bike o fizerem, você precisa amarrar uma outra placa na frente da bicicleta. As luzes de freio, pisca e etc. também não podem ser obstruídas, caso isto aconteça vai ter que comprar um suporte de placa com luminoso para colocar sobre a bike.

Suporte de engates

Este é um tipo mais seguro que o anterior porque o suporte fica preso ao engate ou reboque do carro. Normalmente eles ficam bem firmes. Como os engates são projetados para puxar carretas, uma bike não oferece carga suficiente para correr o risco de soltar. Existem vários tipos de suporte de engate, desde os mais simples que são idênticos aos anteriores, porém preso ao engate, até uns bem sofisticados com placa, luz de freio, seta e que dão muito pouco trabalho para colocar no engate e para prender as bicicletas.

Rack de teto

Uma solução definitiva para transportar sua bike, que ficará sempre instalado e pronto para ser utilizado. Ter um rack de teto é uma comodidade enorme para quem transporta a bike com frequência. Você tem o trabalho de instalação uma única vez e pronto. Normalmente eles ainda são mais fáceis de prender a bicicleta que os racks de traseira. Uma outra vantagem dele em relação aos demais é em uma batida traseira. Se alguém na estrada ou cidade bater na traseira do seu carro, suas bikes estarão protegidas no teto do carro. O inconveniente fica por conta do preço, toda vez que trocar de carro, terá que trocar o rack (porém as canaletas que carregam a bike podem ser aproveitadas em todos os carros). Na estrada, quando o vento está muito forte, também é possível sentir uma perda de dirigibilidade e um aumento no consumo de combustível. Neste tipo de suporte o preço também influi na qualidade, quanto mais caro, mais fácil de prender a bike e mais firme ela fica.

Enfim qual a melhor opção?

Seu bolso e a quantidade de vezes que você usa que irão dizer. Todos os métodos de transporte citados aqui funcionam. Uns são muito fáceis de prender a bike e ela fica muito segura, mas custam mais caro que muitas bicicletas. Outros são muito mais baratos, mas dão muito mais trabalho para colocar e você vai ter que ficar conferindo de tempos em tempos se tudo está bem preso. Caso use muito, tenha uma bicicleta com alto valor pessoal para você e está com o orçamento mais folgado, não tenha medo em investir mais em um suporte de primeira linha, eles realmente são muito bons. Mas se seu orçamento é limitado, vai usar o suporte só nesta viagem, sua bicicleta não é tão cara assim, um mais simples cumprirá a tarefa de leva-la com segurança até o seu destino final.

Sempre vale a pena pesquisar um pouco mais por suportes mais sofisticados com sistemas ou travas antifurto que se prendem ao veículo para evitar roubo e surpresas desagradáveis em momentos de lazer.

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De quanto em quanto tempo devo fazer revisão na bike?

Uma boa revisão na bike pode te salvar de muitos apuros. Assim como todo tipo de meio de transporte, a qualidade dos componentes é muito importante para aumentar a segurança dos usuários. Problemas que poderiam ser evitados e fáceis de corrigir podem se tornar uma grande dor de cabeça, causando acidentes perigosos, avarias em outras peças que estavam relativamente boas ou até te deixar a pé há muitos e muitos quilômetros de casa.

Uma corrente sem lubrificação e com gomos estragados pode afetar a catraca, a coroa e as marchas da bike, de forma que o uso prolongado dela diminui a vida útil e o desempenho de todos esses componentes, ou as pastilhas do freio que, pela necessidade de maior pressão ao frear, podem deformar o aro e romper o cabo do freio.

É impossível mensurar antecipadamente as reais consequências de um acidente de bicicleta e certamente vale muito mais a pena prevenir-se de todas as formas efetivas possíveis, pelo bem do ciclista e de sua bike.

Manter a vida útil de sua bike, além de uma das melhores formas de economizar, vai aumentar em muito a sua performance. Imagine que você tem um bom condicionamento e consegue aplicar bem sua energia ao pedalar, mesmo assim, um pequeno problema nos componentes podem limitar seriamente sua performance.

Qual o tempo médio entre uma revisão e outra?

Você pode fazer revisões preventivas regularmente em casa, lavar a bike, engraxar e desmontar suas partes móveis para limpeza e checagem de avarias. Essa manutenção é relativa ao seu ritmo, intensidade e ambiente de pedalada. Se você usa a bike como meio de transporte, pode dar uma geral a cada três ou quatro semanas. Caso pedale longas distâncias e em ambientes off-road, a cada uma ou duas semanas seria interessante limpar seus componentes e dar uma atenção especial às pastilhas de freio, lubrificação da correia e a regulação dos cabos do freio e qualidade das raias.

Ao sentir diferenças na pedalada não hesite em adiantar sua revisão caseira, nem sempre é possível constatar sozinho onde pode estar o problema, então a ajuda profissional é requerida. Para uso urbano, a cada seis meses não deixe de leva-la em uma oficina especializada. Para uso esportivo e off-road, entre dois e três meses.

Entenda que nem sempre uma avaria séria pode ser constatada, às vezes estão mais ocultas ou não somos capazes de determinar por conta própria sua integridade. Um profissional tem os meios de verificar a qualidade das peças e fazer diagnóstico mais específico de sua bike, além de constatar peças defeituosas e erros do próprio ciclista ao mexer em sua bike, ele também irá dar recomendações valiosas e calibrar sua bike com uma precisão maior, aumentando sua longevidade.

Há peças que não necessariamente “estragam” ao ponto de inviabilizar a pedalada, mas se desgastam muito e podem afetar sua performance, inclusive causando acidentes e danificando por tabela outros componentes. Esse é o caso das correias, cassete, cabos de freios, pneus e rodas.

Mais do que através de tempo de uso, é possível determinar a vida útil média de cada um desses pela quantidade de quilômetros andados:

  • Corrente: em media 2.700 km (na metade da quilometragem você pode inverter a corrente)
  • Cassete: 12.000 km
  • Pneus: ao perceber uma deformação significativa na superfície e o apagamento acentuado das ranhuras (uma média de 5000 km em ambientes off road e até o dobro na cidade, mas não descuide do aspecto).
  • Pastilhas: ao sentir uma aderência menor ao frear, já considere trocá-las pois, além de baratas, são vitais para sua segurança.

Manutenção no pedivela

Algumas peças podem ser consertadas ao invés de trocadas, como no caso das câmaras. Mas não abuse: ao perceber um desgaste acentuado, busque trocar o quanto antes.

Outras peças, por sua vez, tem uma vida útil prolongada e não afetam tanto a performance, mas podem causar dores de cabeça também, então esteja atento a rachaduras no quadro, dificuldade de regular e manter a regulagem do selim, dificuldade de manter a bike retilínea com pouco esforço.

Com o tempo e seguindo bem as recomendações, você será capaz de perceber por si mesmo quando houver a necessidade de revisar sua bike e com certeza terá mais economia, performance e uma pedalada mais agradável e segura!

Na Indy Bike você encontra uma linha completa de acessórios e peças para sua bike sempre que precisar de algum reparo, além de profissionais capacitados para atendê-lo. Venha nos visitar em uma de nossas lojas e agende já uma revisão. Pedale com segurança!

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Como escolher sua primeira bike.

Saber o que você quer da bicicleta é passo mais importante para a escolha da sua companheira do asfalto ou das trilhas.

Entrar hoje em uma loja de bicicletas é como escolher o carro na concessionária. Tipos, modelos, tamanhos e acessórios existem aos montes e para todos os bolsos. A melhor bike, no entanto, deve ser aquela que mais se adequa à forma como você pretende usá-la. Além de ter um custo condizente com o seu bolso, até porque se a ideia é investir na sua primeira bike não é bom gastar aquela fortuna. Uma bicicleta ruim ou que não condiz com o uso que fará dela é o primeiro passo para você deixá-la encostada, acumulando poeira.

Saiba o que você quer para sua bicicleta

A primeira escolha é a mais simples. Se o seu objetivo for treinar ou fazer uma atividade aeróbica complementar à musculação, você poderá optar pela mountain bike ou pela de estrada. A primeira é um curinga do ciclismo. Encara desafios em qualquer terreno e condição, até na cidade. Ela conta com uma coroa a mais na transmissão da corrente (o menor círculo da frente, de 22 dentes), que permite reduzir a força na pedalada, principalmente nas subidas. Já a de estrada potencializa a velocidade, priorizando o desempenho, e deve ser o foco de quem busca um treinamento regular e resistência aeróbica. Como o nome sugere, exige pisos nivelados como o asfalto.

Agora, se o propósito for apenas dar um giro nos fins de semana ou usá-la como meio de transporte na cidade, os modelos híbridos, as bicicletas urbanas, com geometria mais simples, bagageiro e guidão alto (que favorece o conforto), e mesmo as mountain bikes podem ser opções mais acertadas.

Ao definir o tipo de bicicleta, é importante analisar os seus componentes antes da compra. A qualidade e o equilíbrio entre elas variam muito, determinando o valor final do veículo, que pode variar mais de 200%. Quanto mais leves e resistentes, mais caras. A recomendação dos especialistas é: pense em gastar 10% a mais, nunca 10% a menos.

Sob medida

Bicicletas grandes demais ou pequenas para o seu tamanho podem ser causa de dores e desconforto. Não adianta comprar uma bicicleta muito cara se ela for do tamanho errado. Perde-se rendimento e possíveis dores podem fazer você parar de pedalar. Por isso, muitas lojas especializadas oferecem o serviço de bike fit, ajuste da bicicleta ao tamanho do usuário. O tamanho correto do quadro, o ajuste da altura do selim, a distância do guidão, do pedivela e de outros componentes, além de prevenir lesões, aumentam o conforto e o prazer de pedalar. Confira alguns ajustes importantes:

Guidão

Baixo, ele favorece o rendimento (no caso de uma bike de estrada). No entanto, pode causar tensão na região lombar e no pescoço, tanto no trapézio quanto na cervical, além de sobrecarregar os tríceps. Alto, o guidão aumenta o conforto e também a resistência do corpo ao ar. Embora muitos usem o antebraço como medida entre o selim e o avanço (ou mesa), a prática é controversa. Alguns especialistas preferem usar o joelho como referência. Sentado na bike, com um dos joelhos à frente e apoiado no pedal (paralelo ao chão), a patela deve estar alinhada ao eixo do pedal. Já o guidão deve bloquear a visão do cubo (centro) da roda da frente, de forma a não causar uma hiperextensão no pescoço.

Quadro

O tamanho de uma bicicleta está relacionado diretamente ao seu quadro. Se muito curto, ele gera insegurança e desequilíbrio; se longo, pode ocasionar dor na região lombar. Para encontrar o tamanho certo de quadro, deve-se medir  o “cavalo” do ciclista – que vai do início da região interna da coxa até o pé. Com essa medida, faça a seguinte conta:

  • Em bike de estrada: multiplique a altura do cavalo por 0,65. O resultado é dado em centímetros.
  • Em mountain bike: subtraia 10 cm da altura do cavalo e divida por 2,54 (uma polegada). O resultado é em polegadas.

 Selim

É o banco da bicicleta. Quando muito alto, força a virilha e as panturrilhas, esticando o tendão calcâneo e dificultando a descida da bike. Se baixo, força demais a patela, os ligamentos e tendões e prejudica a potência da pedalada. Mantenha-o na altura da crista ilíaca da bacia. Quando sentado, a perna deve ficar estendida, mas relaxada, com o calcanhar apoiado no pedal. Para se certificar, pedale para trás nessa posição. Se o quadril se movimentar, é porque o selim ainda está alto.

Aproveite bem essas dicas. A Indy Bike já esta no clima da Black Friday. Visite nosso site ou uma de nossas lojas físicas e aproveitem as melhores condições para você comprar a sua bike.

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7 dicas para lavar sua bike em casa.

Pode ser depois de um pedalada… Ou mesmo depois de várias… Uma hora a sua bicicleta vai ficar suja e precisará de uma boa lavagem e saiba que há várias dicas para lavar a bike em casa com muita facilidade!

É preciso sempre dar um trato na bike, já que a sujeira acumulada prejudica o pedal e danifica peças. A lavagem periódica da bicicleta mantém ela sempre pronta para o pedal. E claro, vai deixá-la bonita, o que por vezes atrai olhares.

Além do aspecto limpo, sua bike vai rodar como nova depois de você fazer uma lavagem em casa seguindo essas 7 dicas. Confira!

1. SEPARE UM LUGAR PARA LAVAR A BICICLETA.

Pode parecer até bobo dizermos isso, mas ter um local para lavar a bike em casa é o primeiro passo antes de começar a limpeza. O espaço deve acomodar você e a bicicleta, sem aperto, já que você vai se movimentar bastante para lavá-la.

Há muitas opções para escolher, como a garagem, um quintal, a área de serviços, ou em outro espaço em que ninguém atrapalhe sua lavagem é perfeito!

2. USE MATERIAIS PRÓPRIOS PARA LAVAGEM.

Quando falamos em lavar a bike em casa, não é necessário um aparato profissional, mas é preciso algumas coisas específicas. A melhor parte é que vários dos materiais básicos você já deve ter em casa. Separe cada item:

  • panos;
  • balde;
  • luvas de borracha;
  • luva de pelúcia ou espuma macia;
  • detergente neutro ou sabão em pó;
  • desengraxante para bike;
  • escovas de dentes velhas;
  • escovas de cerdas macias e duras;
  • mangueira ou regador.

3. NÃO USE ESPONJAS ABRASIVAS.

Em hipótese nenhuma use uma esponja ou outro material abrasivo para lavar sua bike em casa. Esses produtos servem para fins específicos de limpeza e que não são os mesmos para as bicicletas!

O alerta não é para menos, já que esfregar um material abrasivo na bike vai tirar o verniz do quadro, e estragar peças, como aros e pastilhas de freio.

4. JOGUE ÁGUA NA BIKE PRIMEIRO, ANTES DE ESFREGÁ-LA.

Para começar a lavar a bike em casa jogue água nela toda primeiro. Assim a sujeira, como barro e poeira de asfalto, começa a sair aos poucos.

Sempre use a mangueira com um jato mais fraco, já que jatos fortes d’água empurram a sujeira para dentro de peças como caixa de direção e cubos. Por isso até alguns ciclistas preferem usar um balde ou regador ao lavar a bike em casa.

5. COMECE PELO QUADRO E SUSPENSÃO.

Depois de jogar água na bicicleta, comece passando o pano molhado, a luva de pelúcia, ou a espuma com sabão ou detergente, no quadro e suspensão.

Essas são peças que geralmente ficam menos sujas do que rodas e relação de marchas, e devem ser as primeiras a serem lavadas. Começar limpando peças mais sujas primeiro acaba sujando o resto da bike que está mais limpo!

6. LIMPE A RELAÇÃO DE MARCHAS COM CUIDADO.

Sempre use produtos adequados para a limpeza da relação de marchas. Para essa tarefa o desengraxante para bike é perfeito, já que tira a sujeira e graxa velha sem danificar nada ou deixar manchas pela bicicleta.

Passe o produto em toda a relação e espere a sujeira “desgrudar”. Use escovas de dentes velhas ou a escova de cerdas mais duras para então passar nas peças. Só pare a limpeza depois que toda a sujeira sumir!

7. RETIRE AS RODAS E ESCOVE OS PNEUS.

Lave as rodas e os pneus por último, já que a sujeira aqui é “brava”. Molhe de novo essas peças para ajudar a soltar a sujeira antes de esfregá-las.

Esfregue os pneus com a escova de cerdas duras e jogue água até tirar a sujeira. Depois vá para os aros, que devem ser escovados com cerdas macias.

O cassete e o disco de freio — para quem usa freios a disco — devem ser limpos com a escova também, para depois receber um tratamento fino com o pano. Limpe cada disco e engrenagens do cassete com o pano, e depois jogue água.

Depois disso é só montar as rodas e secá-la com um pano macio e seco e pronto. Mas se você não tem muito conhecimento ou mora em lugares que não tem espaço, pode levar sua bike na Indy Bike. Aqui o serviço é feito por profissionais qualificados que vão deixar a sua bike limpinha e bem cuidada. Venha nos visitar!

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Entenda a importância da manutenção e da revisão periódica da sua bike.

A corrente da sua bicicleta já se soltou ou rompeu? Seu freio já travou ou seu pneu te deixou na mão? Todos esses exemplos podem e devem ser evitados. Leia nossa matéria e entenda os motivos da revisão ser essencial para todos os praticantes do ciclismo.

O hábito de pedalar possui muitos benefícios, seja para a saúde, emagrecimento, prevenção de doenças, desenvolvimento das habilidades nas crianças e muito mais. Entretanto, pedalar também exige equipamentos especiais para que o passeio, treino ou participação em campeonatos sejam seguros e garantam o bem-estar do ciclista.

Por estes motivos, a revisão e a manutenção das bicicletas são muito importantes. Inclusive, manter a bike em ordem aumenta o tempo de vida dos equipamentos, diminui a quebra de peças e economiza gastos indesejados e imprevistos. Além disso, a frustração em ter que interromper o percurso é muito desagradável. Por isso separamos os principais pontos de cuidado para a manutenção e revisão da sua bike. Confira.

Dicas para fazer em casa:

Existem muitos cuidados específicos com a sua bike que podem evitar dores de cabeça no futuro.

  • Limpeza: lavar a bicicleta com água e sabão neutro e secar com um pano macio. Uma esponja suave também pode ser usada para ajudar na limpeza dos resíduos.
  • Calibragem: manter os pneus sempre cheios com a calibragem correta de acordo com a sua bike.

Revisão para fazer com mecânicos especializados:

Em algumas situações é melhor contar com a ajuda de profissionais qualificados, que possuam os equipamentos, infraestrutura e conhecimento adequado para deixar sua bike sempre segura.

  • Ajustes: verificação e regulagem da suspensão, freios e câmbios, pois com o tempo a bike sofre um desgaste natural e pode ficar desregulada.
  • Lubrificação: lubrificação das correntes e engrenagens.
  • Revisão completa (pelo menos uma vez ao ano): consiste na desmontagem e remontagem total da bike, englobando cuidados com a corrente, cassete, canote, pé de vela, caixa de direção, freios, cambio, movimento central, cabos, conduítes, cubos da roda e muito mais.

Uma dica bacana para manter os cuidados sempre em dia é ter um planilha de manutenção que contenha todos os cuidados realizados ou a serem feitos na bike. Como por exemplo:

– Data da última revisão;

– Data da troca de equipamentos e acessórios;

– Pressão dos pneus;

– Pressão dos amortecedores;

– Altura dos manetes de freio;

– Dados do bike fit completos;

– Quilometragem.

Com todas essas informações fica mais fácil cuidar da sua bike e pedalar tranquilo, não é mesmo? E não deixe de fazer as manutenções regularmente para evitar problemas futuros. Venha conhecer nosso Centro Técnico e deixe sua bike com quem entende de bike. Boas pedaladas!

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Os segredos para uma calibragem perfeita dos pneus.

Uma dúvida frequente entre ciclistas e mountain bikers é a pressão correta a usar nos pneus.

A pressão correta não é um número fixo, imutável. A calibragem depende muito de alguns fatores que devem ser levados em consideração.

Em geral os pneus de speed são calibrados entre 80 libras psi e 130 libras. Pneus tubulares podem chegar até 160 libras psi.

No caso das mountain bikes, a calibragem pode variar de 30 a 60 libras psi, dependendo de vários fatores. A pressão correta varia muito em função do peso do ciclista, do tipo de pneu, das condições atmosféricas, do piso e do uso que se vai fazer.

O pneu dianteiro pode ser calibrado de 10-20% mais murcho que o traseiro para ajudar a amortecer as imperfeições do terreno e poupar os braços de impactos, especialmente no caso das speed e das mountain bikes sem suspensão dianteira.

CONSIDERE NA HORA DE CALIBRAR:

– Quanto mais leve o ciclista menos pressão é necessária nos pneus

– Quanto mais liso e perfeito o piso, maior pode ser a calibragem

– Menos pressão nos pneus significa mais atrito com o chão, portanto maior aderência

– Maior pressão significa menos contato com o chão, portanto menos aderência, e em contrapartida, maior velocidade

– Quanto mais fino o pneu, mais pressão ele admite

Em terrenos escorregadios (barro, areia, asfalto molhado) um pneu mais murcho terá maior aderência

A calibragem correta para os pneus de sua bike vem da combinação dos fatores acima. O melhor é cada ciclista fazer testes com várias calibragens e ver a que melhor se adapta a seu estilo e à necessidade do momento. Aumente ou diminua a pressão de seu pneu de 5 em 5 libras para ter parâmetros de comparação.

LEMBRE-SE:

Pneus excessivamente murchos são mais propensos a furos e se desgastam mais, e pneus mais cheios transmitem mais impacto ao ciclista, são mais lisos na chuva, mas em contrapartida tornam a bike mais rápida.

Evite encher seu pneu com bombas manuais elas foram criadas para consertos de emergência. O ideal para calibrar é usar bombas de pé, pois o movimento de vaivém das bombas manuais fazem a válvula balançar e com o tempo vai ocasionar o rompimento na junção da válvula com a câmara. Evite calibrar em postos de gasolina, pois o ar comprimido normalmente está contaminado com água e vai diminuir a vida útil da câmara de ar.

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A corrente da bike quebrou, e agora?

A corrente é um componente que sofre grandes esforços já que transmite toda a energia gerada pelo ciclista. Com o passar do tempo, a corrente sofre um desgaste natural e se fragiliza. Quanto mais fina a corrente, como é o caso dos novos grupos de nove, 10 e 11 velocidades, mais frágil ela será.

Consertar uma corrente não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, desde que você tenha a chave própria para isso. Vale a pena investir em uma chave de corrente e levá-la sempre com você para a trilha ou para aquelas pedaladas de speed na estrada.

Como fazer o reparo:

– Deite a bike com o lado da coroa pra cima;

– Identifique o elo ou os elos que se romperam;

– Coloque a corrente perfeitamente assentada no encaixe interno;

– Gire a manivela até encostar o extrator no pino da corrente;

– Continue girando a manivela forçando o pino para sair. Conte mais ou menos 6, 6 voltas e meia. Não extraia totalmente o pino, deixe-o ainda preso na lateral do elo. Se o pino sair totalmente vai dar uma dorzinha de cabeça ao tentar fechar o elo;

– Após retirar o elo danificado, basta repetir a operação de forma inversa e fazer a emenda;

– Se o elo ficar preso devido ao amassamento da reinstalação do pino, segure a corrente na horizontal e faça movimentos laterais fortes com as mãos para soltá-lo;

– É melhor tomar o rumo de casa! Correntes não quebram em vão, se quebrou é sinal que já está gasta e portanto frágil, e pode quebrar de novo. Desista da trilha, do treino ou do passeio e vá para casa;

– Providencie a substituição da corrente com urgência. Tenha consciência de que uma corrente quebrada indica a necessidade de uma nova.

DICA:

Quando adquirir sua chave de corrente peça ao vendedor ou ao mecânico para te explicar como utilizá-la corretamente. Para isso pratique em uma corrente velha. Na hora H você vai ter que saber usá-la.

Algumas ferramentas do tipo canivete multiuso têm chave de corrente, mas atenção: elas são perfeitas para situações de emergência, mas são mais difíceis de usar e normalmente mais frágeis. O ideal é ter mesmo uma chave de corrente clássica.

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Você sabe como lavar sua bike e evitar problemas por acúmulo de sujeira?

Após pedalar numa trilha enlameada ou excessivamente seca, é necessária uma limpeza mais minuciosa na sua bike para evitar problemas mecânicos decorrentes da sujeira alojada em seus componentes. Entretanto, é preciso saber como lavá-la corretamente, pois um serviço mal feito pode ter efeito contrário, contribuindo para a degradação dos componentes ou mesmo danificar alguma peça. Então vamos dar algumas dicas para uma limpeza preventiva eficaz.

PASSO 1 – Após montar a bicicleta no suporte ou escolher o local apropriado para a lavagem, enxague a bicicleta, aproveitando esse momento para retirar sujeiras mais grossas. É importante tomar cuidado com a pressão da água ao lavar sua bike, pois muita pressão pode levar água para dentro de lugares vedados, como o cubo das rodas ou o movimento central na pedivela.

PASSO 2 – Com a bike ainda molhada, aplique o produto de limpeza por toda a bicicleta, com especial atenção à corrente e ao cassete (na roda traseira). Com a escova de cerdas macias, esfregue todo o quadro, rodas e componentes, com exceção do conjunto corrente, cassete e coroas, procurando pontos de sujeira acumulado. Feito isso, enxague bem a bicicleta.

PASSO 3 – A limpeza dos componentes que fazem a bike rodar, como cassete, corrente, coroas e câmbio, é fundamental – afinal, não só são indispensáveis para um bom funcionamento, como são os primeiros a se desgastar com o acúmulo de sujeira. Logo, é recomendável aplicar o produto de limpeza novamente nessas partes. Com uma escova de cerdas duras, esfregue bem esses componentes, em especial o cassete e a corrente. Ao final, volte a enxaguar bem.

PASSO 4 – Com um pano, de preferência já usado, seque bem a bike e lubrifique a corrente. Sua bike está pronta para outra.

O que você vai precisar para o trabalho:

  • Suporte para bicicleta: um suporte ajuda muito, tornando o serviço mais fácil e, consequentemente, regular – mas não é imprescindível;
  • Produto de limpeza: algum produto de limpeza, de preferência específico para bicicletas;
  • Pano de chão ;
  • Lubrificante;
  • Escova com cerdas macias;
  • Escova com cerdas duras;
  • Água, utilizada com moderação.

Mesmo com todas essas dicas não deixe de levar sua bike regularmente em uma oficina especializada para uma revisão. Bom pedal!

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Segurança em primeiro lugar: 9 dicas para você pedalar seguro.

A bicicleta é um meio de transporte saudável e cada vez mais utilizado pelas pessoas, não só para emagrecer, mas também para driblar o trânsito das grandes cidades. Só que pedalar nos centros urbanos, em meio ao tráfego de veículos e de pedestres, pode ser bastante perigoso. Que tal ver algumas dicas para pedalar nas ruas com mais segurança?

1. Veja as condições de sua bicicleta

Sempre que for sair para pedalar, antes verifique, sobretudo, como estão os pneus e os freios, a fim de saber se tudo está em perfeito funcionamento. Procure conferir o maior número possível de itens, também o guidom, as rodas e correntes.

2. Use equipamentos de segurança

Principalmente para quem vai circular no trânsito, passando por veículos motorizados, é muito conveniente o uso de capacetes, luvas e óculos de proteção. Existem ainda roupas próprias para pedalar, que são acolchoadas e com cores chamativas que deixam os ciclistas mais visíveis para os motoristas.

3. Prepare a bicicleta para o seu tamanho

Quando tiver cedido a bicicleta para outra pessoa, ou for emprestada, faça os ajustes necessários para que ela se adapte ao seu tamanho e alcance de braços e pernas. O selim, por exemplo, não pode ficar muito baixo, pois os joelhos do condutor precisam ficar levemente flexionados quando o pedal estiver na posição mais baixa.

4. Use peças de sinalização noturna

Nunca deixe de usar itens como faroletes ou sinalização refletiva na sua bicicleta, caso você for um ciclista adepto dos passeios noturnos ou precise enfrentar o tráfego depois do entardecer.

5. Não pedale na contramão

Muitas pessoas pensam que, ao pedalarem na contramão, poderão ver melhor os carros que vêm no fluxo contrário. Porém, seguir o fluxo normal de automóveis faz com que os ciclistas cheguem mais rapidamente aos seus destinos e proporciona um melhor tempo de reação nos casos de acidentes e colisões traseiras. Consta que, inclusive, os sinistros ocorridos em favor do fluxo são em menor quantidade, e os danos gerados para o corpo dos ciclistas atingidos serão também menores, porque seu movimento estará no mesmo sentido do que o carro.

6. Planeje bem suas rotas

É importante que sejam conhecidas rotas secundárias, caso o trânsito esteja muito intenso no horário, e circular sempre ao lado direito das vias, com razoável distância dos meio-fios.

7. Sinalize sempre

Os carros têm luzes especiais para indicar quando seus motoristas pretendem dobrar uma rua ou esquina. Já os ciclistas devem indicar essas intenções de manobras com gestos bem amplos, a serem feitos com os braços.

8. Mantenha-se hidratado

O ideal é que o ciclista beba bastante água antes, durante e depois de pedalar, para seu organismo ficar bem hidratado.

9. Procure pedalar em grupos

É interessante estar junto a um grupo de ciclistas, se isto for possível e todos estiverem indo para destinos próximos. O grupo ficará mais visível para os motoristas e, caso ocorra algum acidente, os companheiros de bicicleta poderão ajudar.

Agora que você já conhece algumas sugestões importantes para pedalar com mais segurança, coloque sua bike na rua e seja um ciclista consciente e bem protegido!

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Freios – Qual tipo é o mais indicado para o seu uso?

Os freios são uma das partes mais importantes da sua bike, pois sem eles como você conseguirá parar de maneira segura? Se não houvesse freios, não poderíamos pedalar nas velocidades que conseguimos, pois cada vez que precisássemos parar ou diminuir a velocidade para fazer uma curva teríamos que por os pés no chão ou nos jogar de cima da bike. Mas você sabe qual tipo de freio é o mais indicado para o seu uso? Existem alguns modelos de freios no mercado, alguns mais eficientes que outros, porém cada um com suas particularidades e usos possíveis. Vamos conhece-los?

Cantilever

É o tipo mais barato e simples de todos. É acionado através de um cabo de aço que é ligado a outro cabo de aço formando um “Y” e cada um dos lados faz com que as pastilhas entrem em atrito com o aro, fazendo com que a bike freie. É um sistema complicado de regular, que exige muita força nos manetes para parar a bike e não têm modulação, motivos que fizeram com que o freio cantilever caísse em desuso. Para quem pretende fazer pedaladas mais urbanas e não precisa de um sistema muito elaborado e caro de freios, pode ser uma boa opção.

V-brakes

É o modelo mais utilizado hoje em dia, e também a evolução do modelo cantilever. Funciona com um cabo de aço que diretamente aciona as pastilhas, puxando de um lado e empurrando do outro ao mesmo tempo. O braço que sustenta as pastilhas faz uma alavanca para garantir uma força suficiente para uma boa frenagem. A grande vantagem dos freios V-brakes é o preço e a facilidade de manutenção, o que os tornam uma belíssima opção para quem não utiliza a bike para competições e necessita de um freio com bom desempenho. Outro problema desse sistema é que algumas bikes já não vêm mais com pinos para a instalação do V-Brake.

Ferradura

Este modelo equipa as bikes mais antigas e a maior parte das bikes de speed da atualidade. É um sistema que conta com um cabo de aço puxado pelo manete, forçando o fechamento da pinça, e das pastilhas por consequência, sobre o aro. É um sistema que é usado faz décadas, e para bikes com pneus finos funciona muito bem.

Freio a disco mecânico

Não possuem a mesma força que um freio a disco hidráulico, porém contam com uma manutenção extremamente mais baixa, pois não utiliza os caros componentes hidráulicos como conduíte e nem manete hidráulico. Caso tenha problemas, geralmente, basta trocar o cabo e partir pro abraço. É um modelo que ao contrário dos modelos anteriores, atua no cubo da roda ao invés do aro. É composto por: rotores (discos), presos no cubo (centro da roda), manetes, e pinças (estrutura que contem as pastilhas). As pinças do freio dianteiro são fixados na suspensão ou no garfo e os traseiros num suporte especifico no quadro. A função das pinças é pressionar as pastilhas contra os discos. Para muitas pessoas um freio V-brake top de linha é melhor que um freio a disco mecânico.

Freio a disco hidráulico

É o sistema top de linha da atualidade, todos querem ter um freio a disco hidráulico, o que está tornando o sistema cada vez mais comum e barato. Permite frear a bike em altas velocidades com a utilização de apenas um dedo no manete, controlando a dosagem da freada sem travar a roda, o que garante a segurança do ciclista em descidas, trilhas ou situações em que você precise diminuir a velocidade rapidamente sem ser arremessado por cima do guidão. O sistema nesses freios funciona com óleo, que sai do reservatório no manete, passa por dentro dos conduítes até as pinças e ativa as pastilhas que assim como o sistema mecânico, atua sobre os cubos das rodas. As desvantagens são: manutenção e alto custo de alguns modelos.

Por fim, se sua bike tiver os freios cantilever e eles estiverem funcionando bem para seu uso, mantenha-os. Caso estejam te deixando na mão, é melhor trocar pelos V-Brake. Agora, se sua intenção for fazer trilhas, é melhor e mais seguro começar a preparar o bolso para comprar um bom sistema hidráulico, pois assim você estará garantindo um melhor desempenho e segurança. E não esqueça, um V-brake bem regulado muitas vezes é melhor que um a disco de baixa qualidade.

Seja qual for o tipo de freio da sua bicicleta o mais importante e mantê-lo sempre bem regulado e fazer uma manutenção periódica para que você possa pedalar com segurança. Fica a dica!