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Pedalar no Inverno favorece a queima de calorias e a perda de peso.

Os médicos garantem: a estação mais fria do ano favorece a queima de calorias e a perda de peso.

O frio chegou e a vontade de fazer exercícios some. A disposição dificilmente vence a briga com o termômetro quando as temperaturas caem. O resultado é uma correria danada nos próximos meses para compensar o tempo de preguiça. E o que você nem desconfiava: você está desperdiçando o melhor período do ano para ganhar saúde e dar um gás no emagrecimento.

Confira aqui algumas dicas que precisam ser lembradas na hora de abandonar o edredom e sair para pedalar.

  • Mantenha o corpo hidratado sempre. Mesmo no inverno o seu corpo necessita de líquido.
  • Agasalhar-se bem. Não corra riscos de ficar gripado após os seus exercícios.
  • Fazer exercício é preciso, mas acordar de madrugada, não. Opte por horários menos frios. Sair um pouquinho mais tarde de casa pode ser uma opção mais quentinha.
  • Caprichar no aquecimento. As lesões durante o inverno podem ter consequências sérias. Pedale mais lentamente por pelo menos 20 minutos até seu corpo se aquecer.
  • Nunca praticar atividade física com a barriga vazia. Nem com o estômago cheio demais.
  • Respeitar os seus limites. Seja paciente.
  • Use manguitos e pernitos (espécie de meia manga ou meia calça que cobre todo seu braço ou pernas). Se durante o pedal o clima esquentar, você pode tirá-los facilmente.
  • Use protetor de orelhas: o vento atinge nossas extremidades e as orelhas são partes do nosso corpo que ficam mais expostas ao vento.
  • Use jaqueta corta-vento, essencial para diminuir o vento gelado, especialmente nos trechos de maior velocidade.
  • Ritmo constante: não pare de pedalar durante o treino para seu corpo não esfriar. Vale a velha regra “devagar e sempre”.
  • Use luvas: dedos quentes, corpo quente. Luvas com dedos longos estão disponíveis no mercado e são importantes para nos manter aquecidos durante as pedaladas.
  • Protetor labial: nossos lábios sofrem constantemente o impacto do frio, vento e sol. Por isso um bom protetor labial os manterão hidratados e longe dos doloridos ressecamentos.
  • Pernas: é aconselhável o uso de legging de lycra. Manter as pernas e joelhos aquecidos evita lesões.
  • Mantenha os pés aquecidos: polainas para vestir sobre as sapatilhas pode ser uma boa ideia para os dias muito frios.

Independente da época do ano, o importante é movimentar-se. Pois, andar de bicicleta é uma atividade física prazerosa tanto individualmente quanto em grupo com os amigos ou familiares, e pode ser praticado por pessoas de qualquer idade, com bom condicionamento físico ou não.

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Bike fit: o que é e para que serve

Para você que sempre perguntou, o que é bike fit, para que serve bike fit, vamos tirar todas as suas dúvidas.

Uma grande parte dos problemas entre ciclistas consiste em dores localizadas. Essas dores normalmente se localizam nas mãos, lombar, punhos dentre outros lugares.

A maioria destes incômodos podem ser evitados se a sua bicicleta estiver configurada para um melhor conforto após ser observado as características do corpo da pessoa.

Completamente desconhecido para alguns, e uma enorme prioridade para outros, o Bike Fit consiste no perfeito ajuste da bicicleta ao corpo do ciclista. É a sincronização do ciclista e da bicicleta para alcançar a posição de condução mais confortável, eficiente, potente e segura possível.

Em resumo: é onde o ciclista e sua bike passam a atuar como uma peça única funcionando no máximo conforto. Bike Fit basicamente é configurar as medidas de todas as partes para atender as dimensões do corpo do ciclista.

Vale lembrar que o Bike Fit não se resume somente em melhorar as características em torno do conforto e eliminação de dores.

Ele é essencial para melhorar e maximizar o desempenho do ciclista, ajudando em sua aerodinâmica, e faz com que o ciclista utilize a sua bicicleta da forma mais otimizada possível.

Uma bicicleta mal configurada, por exemplo, pode impedir que o atleta deixe de utilizar toda sua potência na pedalada prejudicando seus tempos e desenvoltura ao longo do trajeto.

Sendo assim, o Bike Fit não é apenas uma técnica ou uma simples mudança na bike e sim uma profissão regulamentada pelos Conselhos Profissionais da área da saúde, onde o chamado Fitter (profissional em Bike Fit), estudou e possui cursos, além de conhecimento e formação suficientes para cuidar da saúde do atleta, no que diz respeito ao seu posicionamento correto sobre a bike, e para isso precisa entender também de mecânica de bicicleta.

Bike Fitter, vale a pena?

Sim, o Bike Fitter é um profissional da área com conhecimentos e profissionalismo para melhor atender o ciclista. Ele também pode lhe responder melhor que qualquer um o que é bike fit.

No Brasil, essa ciência foi pouco a pouco sendo inserida de forma lenta e desconfiada, no início visto como importante somente para atletas competidores à procura de resultados e tempos mais baixos.

Com o Bike Fit você poderá superar seus limites, pedalando sem dores ganhando mais rendimento em menos tempo por cada pedalada efetuada.

Lembre-se:  é aconselhável sempre procurar um profissional para lhe auxiliar na compra e nas mudanças da sua bike. Fica a dica!

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Quer começar a ir de bike para o trabalho?

Veja essas dicas que preparamos para você!

Além de ser uma forma saudável e prazerosa de se deslocar na área urbana, pedalar para o trabalho traz muitas vantagens, como otimização do tempo, já que muitas vezes é mais rápido do que os transportes “convencionais” e evita o tempo perdido nos congestionamentos e na interminável procura por uma vaga.

Além disso, após o investimento inicial, pedalar se torna um meio de transporte mais barato. Além da economia com combustível, a manutenção de rotina da bike custa muito menos que os gastos com automóveis – sem contar que você mesmo pode aprender boa parte da manutenção necessária para a bike.

Para ajudar quem quiser adotar a bicicleta como meio de transporte para ir ao trabalho, separamos alguns acessórios importantes para facilitar o seu padal.

Capacete e luvas: Proteja um bem valioso. Ninguém espera cair, mas isso pode acontecer a qualquer momento. Se acontecer, a proteção do capacete pode evitar ferimentos graves na cabeça. Luvas proporcionam maior segurança e firmeza na condução do guidão e protegem as mãos, onde ocorre a maioria dos ferimentos nos tombos e choques.

Luzes: Sua bicicleta é um meio de transporte 24h. E você deve estar preparado para pedalar à noite. Basicamente, você precisará de luzes traseiras e dianteiras para sinalizar a sua presença e a direção que está seguindo. Podem ser usados também refletores – os chamados “olhos de gato”. Em trechos escuros é bom ter um farol dianteiro instalado, para enxergar o caminho.

Roupas: Se isso for possível no seu trabalho, não esqueça de levar roupa para se trocar após andar de bike – leve o seu vestuário (isso inclui peças intimas e meias). Vista apenas depois de fazer todo o procedimento de limpeza.

Garrafa Térmica: com bico dosador que facilita o uso durante o pedal. Design moderno e perfeito para o encaixe nas mãos. Conta com suporte para transportar ou pendurar, e tem 26 cm de altura e 7.5 cm de largura.

Alforje: Para os ciclistas que precisam carregar algumas coisas, o alforje é super prático para tirar e colocar na bicicleta, e é feito em material impermeável e resistente. O produto tem faixas refletoras, fecho de imã, alças removíveis e fixação no bagageiro com clipes de nylon e detalhes de couro.

Kit Ferramentas: Este kit de ferramentas traz tudo o que você vai precisar para fazer a manutenção básica da sua magrela. Conta com uma chave de boca 10 em 1 (de 6mm até 15mm), chave fixa de boca 4 em 1 (de 8mm até 15mm), chave para raio de 14GE, chave allen (de 2mm até 6mm), uma chave phillips, uma chave de fenda, uma chave soquete hexagonal, uma bomba de ar, três soquetes (de 8mm, 9mm e 10mm), três alavancas de remoção de pneus, um kit reparo para pneu (cola + remendo) e uma bolsa de armazenamento.

Jaqueta Corta Vento: é produzida com tecido repelente a água, respirável, extremamente fino, leve e translúcido. Possui capuz anatômico, recortes na região do tronco com respiros, dois bolsos de segurança com fechamento com zíper invisível e um bolso na parte interna. Também tem fita refletiva nas costas, elástico embutido na barra para segurar a peça no lugar, e um compartimento interno que armazena toda a peça, tornando-a compacta para caber dentro de qualquer bolsa ou mochila. Acompanha máscara para proteção contra os dias mais frios e poluição. Detalhe da marca em material refletivo nas costas.

Fita Refletiva Fluorescente: A fita refletiva foi desenvolvida para aumentar a segurança do ciclista nos seus deslocamentos urbanos. Ela possui fixação para calças, mas também pode ser presa em volta da perna através do velcro. A fita evita também que a calça fique presa, manchada pela corrente ou cassete durante o pedal.

Pronto! Agora é só criar coragem e começar!

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Dicas para pedalar no frio

Pedalar no frio é muito legal e pode gerar momentos épicos e memoráveis, desde que estejamos bem equipados! Para um passeio confortável de bicicleta, sem a necessidade de cuidados especiais, consideramos a temperatura ambiente acima de 20 graus. Abaixo dela, e em algumas condições específicas, nosso “pedal” precisa de alguns cuidados que vão de um simples colete do tipo “corta-vento” até roupas mais específicas e “pesadas”.

A sensação térmica é muito subjetiva e pessoal e é comum encontrarmos ciclistas “só de camiseta” com 10 graus de temperatura, bem como outros “super agasalhados” com 18 graus de temperatura. A regra geral deve ser sempre o conforto e o bom senso!

Uma vantagem do inverno são as temperaturas mais amenas durante o dia, menos umidade e a ausência daquele “sol escaldante” para o pedal! Mas como desvantagens temos a falta de chuvas que, aliada ao chamado “efeito estufa” e condições de poluição atmosférica dos grandes centros urbanos, faz com que a qualidade do ar piore consideravelmente, muitas vezes até não sendo indicado exercícios ao ar livre. E nestas condições podemos sempre realizar o “ciclismo indoor”. O importante é não parar de pedalar!

Atualmente, temos uma grande variedade de equipamentos e acessórios que tornam o ato de pedalar em baixas temperaturas tão bom quanto no calor. São os chamados “equipamentos e roupas técnicas”. Mas tome cuidado: por serem equipamentos específicos, muitas vezes os preços atingem as alturas!

Um erro muito comum é o uso do famoso moletom com camisa de algodão. Eles acumulam muita umidade produzida pela corpo e demoram a secar, o que pode causar assaduras, micoses e resfriado, devido ao contato constante com a roupa molhada de suor.

Roupas para o frio

Nas baixas temperaturas, o mais importante é se vestir “em camadas”, como uma cebola. Quando iniciamos a pedalada estamos “frios” e sentimos mais a necessidade de estarmos agasalhados. À medida em que vamos nos aquecendo, começamos até a sentir calor, e as camadas de roupas podem ser removidas aos poucos. Portanto, não adianta usar somente uma camiseta e um casaco pesado.

O ideal, então, é usar como “primeira pele” uma camiseta ou camisa do tipo “dry fit”, que absorve e expele o suor, um agasalho leve para aquecer. Neste tipo de agasalho, encontramos várias espessuras, que podem “segurar” tanto uma temperatura amena de uma manhã de outono, até quase um “frio polar”. Opte sempre pelo meio-termo. Por fim, um colete ou jaqueta do tipo “corta-vento”, de preferência impermeável. O importante é sempre manter a área do peito aquecida e protegida, para evitar problemas respiratórios.

Dependendo da temperatura, podemos utilizar gorros, toucas térmicas e até balaclavas. É muito importante proteger a região da cabeça, uma vez que ela é a grande responsável pela perda de energia térmica.

Preparados para o frio e chuva

Além dessas dicas, ainda há os chamados “tecidos inteligentes”. Os mais comuns nas lojas são os do tipo “termodry”, “coolmax”, “goretex” e “dryfit”.

Além de tudo isto, ainda temos os tradicionais “manguitos” e “pernitos”, que são peças exclusivas para serem vestidas nas pernas e braços, como se fossem “grandes meias”. A vantagem deste equipamento é que ele é fácil de tirar e guardar. Geralmente eles também são feitos nos materiais mencionados acima, pois sua função é a de aquecer.Existe uma diferença entre o vestuário para aquecimento e o vestuário para proteção contra o vento. O ideal é compor o visual pensando nas duas situações.

No quesito calças, o ideal é usarmos a bermuda de ciclismo com os “pernitos”. Se a temperatura estiver muito baixa, podemos usar calças compridas do tipo “segunda pele”, com a bermuda de ciclismo por cima. Dependendo da temperatura, podemos usar o “overshoe” (ou cobre-sapatos), uma espécie de grande meias sem sola colocada sobre as sapatilhas, fazendo a ligação dos pés com as pernas, uma área geralmente descoberta e muito sensível.

Devemos nos lembrar também de usar protetor labial e, em pedaladas mais longas, colírios e/ou soro fisiológico para manter os olhos livres de ressecamento. E lembre-se sempre de retirar toda a roupa úmida e suja imediatamente após a pedalada.

Preparação

Estou vestido, preparado e equipado para o pedal. Agora então é só pedalar. Não! No inverno, a necessidade do alongamento e aquecimento prévio é bem maior! Devemos prolongar o tempo do alongamento, e não a intensidade dos movimentos, aquecendo também as mãos e os pés.

Inicie com um pedal leve e, se possível, com a rotação bem elevada (acima de 90 RPM), utilizando uma marcha bem leve. Faça isto por 5 a 10 minutos. Lembre-se também de “desaquecer”, fazendo a mesma coisa ao final do pedal.

Mantenha sua hidratação sem alterações, com um gole generoso a cada 30 minutos, mesmo sem vontade de beber. Se o pedal for longo, aumente em cerca de 1/3 o que costuma levar para comer, pois no inverno costumamos sentir mais fome. Evite sair no início da manhã, quando as temperaturas ainda estão muito baixas, e durante a noite. O período mais propício para o pedal nestas condições é na hora do almoço, até o meio da tarde, para os que puderem.

Abaixo segue uma sugestão de equipamentos x temperatura:

– Frio Intenso (abaixo de 10 graus): segunda pele técnica com manga longa, camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), blusa técnica (do tipo “fleece”), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica, bermuda de ciclismo, gorro ou balaclavas, luvas fechadas sobre luvas térmicas e over-shoes.

– Frio (entre 10 e 12 graus): segunda pele técnica com manga longa (ou manguitos), camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), colete ou jaqueta “corta-vento”, calça térmica ou “pernito”, bermuda de ciclismo, gorro e luvas fechadas .

– Frio moderado (entre 13 e 17 graus): Camisa de ciclismo (se possível também de manga longa), jaqueta “corta-vento”, “pernito”, bermuda de ciclismo e luvas fechadas . Para os mais calorentos, aqui já podemos utilizar somente a bermuda. Para os mais sensíveis, podemos continuar utilizando o gorro.

– Frio Ameno (entre 18 e 20 graus): Camiseta de ciclismo, manguitos, luvas fechadas, bermuda de ciclismo e colete “corta vento”. Os manguitos podem ser substituidos por uma camisa de ciclismo de manda longa. A desvantagem é que ao aquecermos não podemos retirar a camisa como fazemos com os manguitos, se for o caso.

 

Fonte: Eu vou de Bike