Quem nunca teve problema com a gancheira ou a corrente da bicicleta durante um pedal? Mas e aí, o que fazer: interromper o pedal ou reparar sozinho? Adiantamos que, sim, é possível fazer os ajustes por conta própria, desde que você tenha o conhecimento teórico e a prática para tais consertos.
Mas o que causa a quebra da gancheira e corrente?
É basicamente o desgaste, aliado à falta de cuidados e de manutenção preventiva, que provoca a quebra da gancheira ou da corrente da bicicleta.
Quando este desgaste acontece na corrente, que é a principal parte da transmissão da bicicleta, ele gera impacto negativo em todas as peças que funcionam em conjunto com a corrente – como o cassete, câmbio e coroa. Além disso, pode causar vibração no cubo, além de deteriorar a roldana do câmbio, que em contato com a corrente gera uma trepidação.
Se o problema for na gancheira, diferente do que grande parte dos ciclistas acreditam, ela não quebra apenas quando amassada ou batida. A gancheira pode parecer em perfeito estado e alinhada, mas se o câmbio e a corrente estiverem desgastados, na hora em que você pedalar no maior pinhão, colocar na marcha mais leve e fazer força, vai acabar aplicando um torque muito alto. E é exatamente isso que pode acabar desalinhando a gancheira, por ela não ter mais uma estrutura física adequada.
Quando falamos de falta de cuidados, são algumas pequenas coisas, como:
1 – deixar a bicicleta no chão com o câmbio traseiro para baixo;
2 – deixar a gancheira, o câmbio e a corrente encostarem no lugar em que parou;
3 – depois de ter uma queda acidental, não levar para o seu mecânico de confiança para uma revisão.
Tudo isso, além da falta de manutenção preventiva, vão causando problemas em sua bicicleta. Podem ser superficiais, mas ao mesmo tempo podem ser muito graves. Por isso, a manutenção preventiva é a forma mais adequada e mais barata para você ter uma vida útil maior da sua bike. É também a melhor opção se você não deseja estragar o seu dia de lazer.
Quais ferramentas são necessárias para levar com você e salvar o pedal?
Uma delas, essencial para o pedal e suficiente para você fazer os reparos básicos e continuar pedalando, é um canivete multi-uso. Ele atende perfeitamente suas necessidades durante as emergências, pois vem com chaves allen, Philips, chave de corrente, espátulas, alinhador de pistão e outras mais.
Porém, para saber fazer o uso correto das ferramentas, para que e por que utilizá-las, é preciso conhecimento técnico, que é a outra ferramenta de que você irá precisar para pedalar mais tranquilo, com autonomia e segurança.
Aqui vai uma dica de ouro: tenha sempre uma gancheira reserva!
A gancheira da bicicleta tem papel importante na segurança do quadro, impedindo que ele se quebre, pois ela quebra para o quadro não se deteriorar e não causar acidentes mais graves. E, assim como você deve ter o kit de emergência do pedal, com itens para reparo de pneus, por exemplo, além das ferramentas, é muito importante ter também uma gancheira reserva.
Além de ser uma solução mais barata e melhor do que qualquer gambiarra, é leve, pequena e pode ser levada como chaveiro, ou na bolsa de selim. Caso haja problemas durante o pedal, o indicado é fazer a substituição da gancheira e não o realinhamento dela, que vai te permitir continuar o pedal até chegar numa oficina de bikes.
Para alinhar novamente a gancheira, são necessárias ferramentas adequadas e um mecânico capacitado para tal ajuste. Agora, se você resolve fazer isso sem o equipamento certo, pode acabar estragando sua bike, causando prejuízo maior. Por isso, tenha sempre uma gancheira de reserva!
Procure sempre uma oficina de sua confiança para tratar de sua bike. Venha conhecer o centro técnico especializado da Indy Bike!

Sair para pedalar é o momento mais sagrado do dia de muitas pessoas. Até que um cabo de freio arrebenta e tudo acaba. A boa notícia é que isso só costuma acontecer quando os componentes da bicicleta não são verificados. Então, vamos ver algumas coisas para verificar na bike antes de sair.
Existem pneus que se tornaram famosos por terem aderência, resistência ou durabilidade. E também existem aqueles famosos por furarem com facilidade. Independente de pneu, todo ciclista está à mercê de um indesejável furo, e consequentemente, da chata tarefa de trocar o pneu. Isso exige ferramentas, peças, tempo e muita paciência.
Os lubrificantes atuam em toda parte onde metal fricciona metal. E metal que fricciona metal é problema. O desgaste resultante é muito grande, e ele se agrava conforme a temperatura sobe. Além disso, metal não escorrega bem sobre metal, então o desempenho será reduzido.
Há muito se discute esse assunto em lojas, oficinas ou nos bate-papos nas trilhas e estradas.
Mesmo andando somente no asfalto, os furos em pneus de bicicletas, tanto urbana quanto de estrada, são praticamente inevitáveis. Afinal, ruas e rodovias estão sujeitas a todo tipo se sujeira e detritos que podem facilmente atravessar um pneu.
Muitas pessoas atribuem o fato de não terem se adaptado ao ciclismo por sentirem fortes dores no glúteo, joelho, dormência nos pés e mãos, desconforto na região da coluna, pescoço e lombar, entre outras. Essas dores estão em sua maioria relacionadas a um mau ajuste do ciclista à bike, ou a uma escolha incorreta dos componentes.
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Quando começamos a andar de bicicleta, uma das coisas que mais fazemos é frear! E, infelizmente, é uma das coisas que mais fazemos da maneira errada.