A revisão da bicicleta pode ser esquecida por muitos ciclistas iniciantes ou aqueles que têm uma rotina agitada, não tendo tanto tempo para conferir os ajustes necessários. No entanto, o ideal é que ela seja feita regularmente.
O que deve ser feito na revisão da bike?
No dia a dia, é possível verificar falhas na performance da bicicleta, principalmente quando ela começa a fazer barulhos na corrente. Esse é um dos primeiros passos da revisão que podem ser feitos pelo próprio ciclista, já que o componente pode se soltar durante o pedal.
Mais do que ajustar a corrente nesses casos, é preciso estar atento ao estado de conservação. Quando ela está desgastada, além dos estalos, o encaixe não acontece corretamente e pode ocasionar quedas. Dessa forma, é necessário trocá-la a fim de evitar o comprometimento da segurança.
A integridade e o desempenho no percurso também dependem dos pneus, que não podem estar carecas e devem passar pela calibragem sempre que a pressão diminuir. Como a pressão em excesso pode estourar o pneu, essa etapa precisa ter a supervisão de um especialista, que a define a partir do peso do ciclista.
Além do pneu liso, o freio acaba ajudando ou prejudicando a performance e a segurança. Com a revisão de bicicleta, o freio que não está funcionando adequadamente pode ser trocado de forma correta. Quando há um sistema hidráulico, a troca é acompanhada pela renovação do óleo, melhorando a frenagem.
Ajustes
Se você estava na dúvida sobre o que é feito na revisão de bike, saiba que até mesmo os pequenos ajustes do cotidiano estão inclusos, como na suspensão e nas marchas. No primeiro elemento, o reparo é feito quando os impactos nas diferentes superfícies e buracos são maiores do que o normal.
A indicação geral dos fabricantes é que a suspensão seja avaliada a cada 50 horas de uso, pois essa peça é extremamente importante para diminuir os atritos durante o trajeto. Já as marchas podem ser reguladas quando as trocas fazem barulhos, não havendo um período específico.
Por que revisar a bike?
A manutenção de bicicleta tem como principal objetivo a segurança do ciclista e das pessoas ao redor. Isso porque quando a estrutura da bike está comprometida, o pedal se torna instável e pode gerar acidentes, como quedas e colisões com pedestres na via, com a grade da ciclovia e até mesmo com outros veículos.
Com uma bike em mau funcionamento, o desempenho diminui, pois os componentes não respondem como esperado. O freio pode não ser acionado, a corrente pode soltar, a marcha demora a entrar e tais falhas exigem mais esforço nas pedaladas.
Todos os cuidados de uma revisão completa da bike a deixam conservada e aumentam o tempo de vida útil dos componentes e da estrutura principal. Com isso, ela acompanha mais aventuras ao longo dos anos, sem ser substituída por um modelo em melhores condições.
Periodicidade da revisão
A primeira revisão pode ser feita assim que a bicicleta é comprada. Apesar de já estar aparentemente ajustada, as configurações são padronizadas e nem sempre se adequam ao ciclista, como a altura do selim.
No mais, a manutenção é feita uma vez por mês para quem a utiliza diariamente, como meio de transporte principal, e semanalmente para uso esportivo. Quanto mais utilizada, mais rápido os componentes podem ficar desgastados, aumentar os impactos e apresentar falhas. Portanto, ao identificar problemas, faça os reparos.
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Muitos iniciantes no mundo das bikes se deparam com a seguinte questão: optar por MTB ou Speed? Ambas as opções têm suas particularidades – que podem ou não se alinhar com o que você busca. Caso esteja em dúvida sobre qual caminho trilhar para começar sua jornada no ciclismo, veja algumas explicações que preparamos para você!
Você já deve ter notado como as bikes estão mudando rapidamente. Tanto nas urbanas quanto nas profissionais, mas especialmente nas bicicletas de alta performance, as inovações crescentes mostram que o futuro é agora.
Os primeiros câmbios de cubo surgiram entre 1900 e 1930 para bicicletas urbanas, mas eram complexos e pesados, tornando-os impraticáveis para o ciclismo competitivo. Antes de 1936, a única maneira de trocar as marchas em competições como o Tour de France era invertendo a roda, que tinha um pinhão de cada lado do cubo, com tamanhos diferentes.