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A importância de pedalar com óculos de ciclismo ou mountain bike.

Diz um ditado que óculos bom é aquele que você esquece que está usando! Mas para que isto aconteça, depende do ciclista fazer a escolha certa, pois os fabricantes desenvolvem diversos modelos e configurações, onde um modelo perfeito para um, não é necessariamente a melhor opção para outro.

SEGURANÇA

Antes de abordar os aspectos que levam a uma boa escolha dos óculos de ciclismo, falaremos do quesito SEGURANÇA, um dos mais importantes para o ciclista, pois a visão em plenas condições garante uma ótima visibilidade do trajeto e dos obstáculos pelo caminho. Os óculos conferem diversos tipos de proteção e as principais, podemos citar, são: proteção contra o vento gerado pela velocidade; intempéries como poeira e chuva; além de fatores como insetos, galhos de árvores e até mesmo pedriscos que podem prejudicar seriamente nossa visão.

ERGONOMIA

Como segundo fator em importância está o formato ou design do óculos a ser escolhido, que deve estar de acordo com o formato do seu rosto e a interface do óculos com o capacete. Primeiramente, os óculos tem que cobrir a área dos olhos, trazendo proteção desde a sobrancelha até a parte inferior dos olhos, e para um perfeito ajuste, não pode tocar as bochechas. Para achar o modelo ideal, prove diversos formatos de lente, mais arredondadas, ovais ou quadradas e prefira um modelo que deixe uma leve abertura nas partes inferiores e superiores para entrada e saída de ar. A abertura não deve ser grande a ponto de permitir a entrada dos agentes externos que citamos no início deste artigo. Para complementar, existem lentes que possuem pequenas aberturas ou rasgos nas partes inferior, superior ou lateral, para uma extra ventilação quando a intensidade do exercício exigir.

Para um melhor ajuste da distancia e altura entre os óculos e o rosto, pode-se fazer a regulagem através das narigueiras ou apoio do nariz.

Bem, você provavelmente não usará seus óculos somente com um modelo de capacete. Portanto, é necessário considerar que as hastes da armação não devem entrar em contato e tocar a parte inferior do capacete, tirando os óculos do lugar e causando desajuste (é um risco ter que ficar ajustando-o durante a pedalada).

LENTES

Outro ponto a ser abordado é a interface entre o óculos e a mente! Cada ciclista tem suas preferências: estamos falando da cor da lente, ou cor de fundo dos óculos.

CORES DE LENTES

Da mesma maneira, os óculos para ciclismo tem que proporcionar uma ótima sensação ao pilotar, e o ciclista deve provar os diversos tipos de cores e acabamento de lentes para poder sentir com qual se sentirá mais confortável. As lentes amarelas deixam a visão clara e bem ativa e com os objetos detalhados. Há também as lentes de fundo marrom, que também detalham bastante os objetos e conferem uma boa visão de profundidade, porém dão uma sensação de falta luz mesmo num ambiente aberto. Já lentes azuis tendem a filtrar outras cores e proporcionar uma visão parecida com a visão preto e branca, que são mais recomendados para ambientes internos e a lente verde, que mais filtra os raios do sol, é recomendada para o uso prolongado no dia a dia.

As lentes espelhadas, aquelas que chamam bastante atenção, muito usadas na moda, vão muito bem em lugares que não tenham tanta claridade, pois o espelho ajuda na nitidez do caminho, enquanto que lentes apenas escuras vão ajudar em lugares com sol bem forte e alto reflexo, até mesmo no meio da cidade repleta de carros que refletem o sol na lataria.

LENTES FOTOCROMÁTICAS

Existem também categorias de lentes especiais e com maior tecnologia além das cores. As fotocromáticas ou fotossensíveis são lentes que variam de tonalidade de acordo com a intensidade da luz do ambiente e/ou exposição aos raios UV. Ou seja, onde está claro, a lente escurece e num ambiente escuro, a lente clareia. Os óculos tradicionais deste modelo são os conhecidos Transitions, porém estes focados para uso urbano/diário. Uma ocasião muito propícia ao uso destes óculos é quando se sai pela manhãzinha, quando o sol está fraco e seguimos pedalando até a hora do sol mais intenso: a lente gradualmente irá escurecer de acordo com a necessidade. Da mesma maneira no período da tarde até horários próximos ao por do sol, a lente irá clareando gradualmente, oferecendo maior visibilidade.

LENTES POLARIZADAS

Um segundo tipo de lente especial é a Polarizada, que consiste em ter um filtro de luminosidade agregado a lente, camada esta que filtra os reflexos emitidos pelo sol. Esta tecnologia é muito utilizada para uso em frente a água, principalmente em pescarias. Mas também no ciclismo, é um tipo de lente que costuma refrescar a vista, principalmente no uso em rodovias e estradas onde permanecemos muitas horas com a visão exposta ao reflexo e ao brilho do asfalto, que ofuscam a visão. Com este recurso, que remove os reflexos, aumenta-se a nitidez e a visão em profundidade, evitando até mesmo cansaço ocular!

FILTROS UVA E UVB

Independente da cor ou tipo da lente escolhida, um dos requisitos mais importantes para a saúde do ciclista é que utilize óculos que tenham filtros às radiações UVA e UVB

Estes trarão proteção aos olhos do ciclista, evitando futuras complicações oculares. Complementando os modelos de lentes disponíveis, há ainda lentes transparentes, que podem ser usadas na chuva protegendo dos respingos de água, bem como as lentes amarelas e âmbar que tem a função de aumentar o ganho de luz da visão, altamente recomendado para noite e também em trilhas fechadas e escuras. Estas lentes tem cor única e não são espelhadas.

LENTES INTERCAMBIÁVEIS

Para encerrar, enfatizamos que uma das grandes versatilidades dos óculos esportivos é a troca das lentes, ou seja, lentes intercambiáveis. Há modelos de óculos que vem com 2, 3 e até 4 lentes, para o ciclista poder não só escolher qual a lente ideal para sair de casa, bem como trocar as lentes no meio do percurso, de acordo com sua necessidade.

Siga essas regras de segurança e pedale com responsabilidade.

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Bicicleta elétrica: conheça as vantagens e desvantagens.

O que é uma bicicleta elétrica? Também conhecida como ebike, ela nada mais é do que um modelo que utiliza um motor elétrico integrado para dar aquela mãozinha na propulsão do veículo. Existe uma grande variedade de bicicletas elétricas: algumas mais leves atingem velocidades entre 20 km/h e 32 km/h, enquanto outras mais poderosas chegam à marca de 45 km/h. Elas utilizam baterias recarregáveis e vêm ganhando popularidade no Brasil e mundo afora.

Vantagens

O principal benefício da bicicleta elétrica com relação à bicicleta normal é sua praticidade. Ela permite usar um veículo praticamente não poluente para circular pela cidade de forma prática e rápida. Para quem tem limitação física ou não quer chegar suado ao trabalho, a bicicleta elétrica cumpre uma função especial na mobilidade urbana, criando uma independência com relação aos carros e à lotação do transporte público. Ela incentiva o exercício físico ao mesmo tempo em que é uma grande aliada em trajetos com subidas. Sem falar que ela não emite gases poluentes na área urbana. O fato de poder contar com ajuda elétrica e exigir menos esforço nas pedaladas torna as pessoas mais confiantes a percorrerem distâncias um pouco maiores.

Características

Existem dois grandes grupos de bicicleta elétrica: o primeiro é o dos pedelecs, que são as bicicletas sem acelerador e cujos motores são ativados conforme o ciclista pedala. Nesse caso, a bicicleta só irá se locomover a partir do ato de pedalar. O outro grupo abrange as bicicletas elétricas com acelerador. Elas possuem as opções de só acelerar, só pedalar ou uma combinação entre as duas funções.

Em ambos os grupos, os principais componentes de uma bicicleta elétrica são o motor; a bateria, que é responsável por alimentar o motor; o controlador eletrônico ou módulo que controla a velocidade do motor; o acelerador; o sistema de pedal assistido (PAS); e o painel de instrumento, onde é possível acompanhar em tempo real as informações da bicicleta, como nível de bateria e velocidade.

É necessário discutir uma legislação que incentive o uso da bicicleta elétrica. A importância dessa lei abrange questões como o desestímulo ao uso do automóvel e o reforço à reivindicação por infraestrutura para ciclistas.

Muitos países já promulgaram leis que funcionam bem para regulamentar o uso das bicicletas elétricas. Para isso, foi preciso definir características para fazer a classificação do que é ou não é uma ebike. As bicicletas elétricas podem ter características muito distintas, por isso, não é suficiente apenas definir uma bicicleta elétrica como um veículo de duas rodas com sistema de tração elétrico. Bicicletas elétricas devem ser configuradas em função do uso pretendido. Por isso, deve ser levado em consideração velocidade máxima, autonomia, torque, potência, tipo de aceleração e sensores, resistência contra chuva e maresia, peso, tipo de tração, etc. Por enquanto, a falta de consideração e conhecimento atrasa o progresso e a ordem de inserção desses veículos que, sem dúvida, vão conquistar um lugar expressivo na mobilidade futura.

Benefícios de possuir uma bicicleta elétrica

  • Uma ótima oportunidade de entrar em forma;
  • Você pode economizar uma boa grana;
  • Não existe a necessidade de licenças ou impostos para pilotar uma;
  • A bicicleta é considerada um dos mais rápidos meios de transporte nas grandes cidades;
  • Você não vai precisar chegar suado no trabalho por ir de bicicleta.
  • Tudo isso sem contar os diversos benefícios que uma bicicleta convencional traz.

Problemas

Deve-se levar em conta a poluição indireta gerada pela bicicleta elétrica na geração de energia elétrica para sua utilização, além da sua fabricação e descarte, e nesses casos as baterias são o principal problema. Mesmo assim, os efeitos positivos para o meio ambiente ainda levam vantagem, já que uma ebike tem um impacto ambiental muito menor que os automóveis convencionais.

As baterias, antes feitas de chumbo e ácidos, estão sendo substituídas pelas de íons de lítio, que além de serem mais duradoras (possuem normalmente entre 400 e 2000 ciclos de recarga), são bem menos tóxicas e podem ser recicladas. Sem contar que novas tecnologias para fazer baterias com maior longevidade e menor impacto de descarte estão sendo desenvolvidas a cada dia. E não podemos esquecer dos modelos de bicicleta elétrica movidos a energia solar.

Aproveite e venha conhecer a bike elétrica na Indy Bike e saia pedalando. Temos as melhores condições de pagamento e variedade de marcas que atendem as suas características.

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Conheça 7 lesões que o ciclista pode evitar.

O ciclismo (Mountain bike, BMX, Cicloturismo etc) é um dos esportes com menor índice de lesões. Na grande maioria das vezes, as lesões ocorrem por estresse de treinamento (overtraining) em ciclistas de competição.

Em profissionais são comuns as tendinites de joelho, no Tendão de Aquiles, dores na região lombar, na cervical e dos músculos do trapézio.

Principais lesões:

1. QUEDAS:

A maior incidência de lesões no ciclismo é decorrente de quedas e acidentes. Utilizar sempre os equipamentos de segurança sendo o mais importante o capacete e observar as regras de segurança no trânsito, respeitar as leis, transitar com atenção e conduzir a bike de maneira a evitar acidentes preventivamente.

 

2. TENDINITES NO JOELHO:

O movimento de pedalar é feito principalmente pelo Quadríceps mais especificamente pelo Vasto medial. Uma pedalada com técnica errada ou pedalada com muita sobrecarga (subidas, pedaladas travadas) vai sobrecarregar esta musculatura e pode causar lesões.

Como Prevenir

Escolha o tamanho de quadro correto para seu tamanho. Observe as regulagens e ajustes para seu corpo. Evite pedalar em marchas muito pesadas para não sobrecarregar os joelhos. Realizar aquecimentos antes e alongamentos depois dos exercícios.

 

3. CONDROMALÁCIA PATELAR:

Trata-se do desgaste da cartilagem existente entre a patela e o fêmur. Normalmente gera dor na parte de trás ou ao redor da patela.

Essa dor pode ser em virtude do aumento da compressão da cartilagem entre a patela e o fêmur, que por sua vez pode ser motivado pelo mau posicionamento do ciclista sobre a bicicleta.

Esse tipo de lesão pode ser causado pelo desequilíbrio entre os músculos vasto lateral e vasto medial; nesse caso a dor é normalmente na parte medial inferior da patela.

Como Prevenir

Ajuste a posição do selim para frente e para trás, até achar a regulagem perfeita para as suas dimensões. Se você não tiver muita noção de ajustes para adequação do equipamento, procure um profissional que faça um bikefit.

Além dos ajustes, ele pode recomendar a substituição de peças ou componentes que se adequem melhor ao seu corpo.

 

4. LOMBALGIA:

São as dores lombares, mais conhecidas como dores nas costas. Em geral é decorrente da posição mal ajustada do ciclista sobre a bike. Os músculos que podem ser afetados são os Paravertebrais, Multífidos, Quadrado Lombar, Glúteos, Piriforme e Isquiotibiais.

O mais comum é a dor na região do músculo do quadrado lombar (fica entre a primeira vértebra lombar até a segunda vértebra sacal, conhecidas como L1 e S2). A escolha do tamanho do quadro e as regulagens corretas podem evitar as lombalgias.

Como Prevenir

Realizar alongamentos diários e após os exercícios.

Pedale por um período de tempo que não cause dores nas costas. Vá aumentando este tempo gradativamente. Cada um tem o seu limite.

Faça exercícios abdominais. Um abdomen fortalecido é fundamental para a sustentação e estabilização do corpo do ciclista sobre a bike.

 

5. LESÕES MUSCULARES:

Ocorre principalmente no Tríceps sural e nos quadríceps, em geral por, overuse (excesso de uso). Alongue-se diariamente e após os exercícios.

Como Prevenir

Procure praticar musculação para promover o fortalecimento dos grupos musculares envolvidos no ciclismo.

Procure descansar depois de treinos muito árduos e de competições. O descanso deve fazer parte de seu treinamento.

 

6. PARESTESIA PENIANA:

Nada mais é que a dormência e falta de sensibilidade na região entre as pernas, que vai apoiada no selim da bike. Nas mulheres ocorre a parestesia dos grandes lábios.

O nervo pudendo quando submetido a uma compressão por longo período de tempo, passa a ter menor sinal de impulso nervoso, o que leva a perda de sensibilidade temporária. Não há relatos de perda de potência devido ao ciclismo.

Como Prevenir

Cada um deve conhecer o limite de tempo que pode ficar sentado sobre a bike. Profissionais treinam até 9 horas por dia numa boa. Para iniciantes, apenas 20 minutos pode gerar incômodo.

Use bermuda de ciclismo com o forro feito de uma espuma de alta densidade, mesmo em aulas de ciclismo indoor.

Procure adquirir um selim vazado no centro que ajuda a aliviar a pressão nessa região.

 

7.FACITE PLANTAR:

É a sensação de queimação na planta do pé, dor na parte posterior da sola do pé ao tocar o chão.

Geralmente o pior momento da dor acontece durante os primeiros passos pela manhã ou durante o início da corrida. Dentre os fatores predisponentes encontram-se a falta de alongamento e aquecimento, mais comum em pés cavos, obesidade, pronação e supinação excessivas e idade avançada.

Como Prevenir

Procure usar sapatilhas próprias para ciclismo.

Evite usar calçados com sola muito mole.

Siga essas recomendações, mas não esqueça, no caso de ocorrer lesões é sempre recomendado consultar um médico especialista.

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Como escolher sua primeira bike?

Saber o que você quer da bicicleta é passo mais importante para a escolha da sua companheira do asfalto ou das trilhas.

Entrar hoje em uma loja de bicicletas é como escolher o carro na concessionária. Tipos, modelos, tamanhos e acessórios existem aos montes e para todos os bolsos. A melhor bike, no entanto, deve ser aquela que mais se adequa à forma como você pretende usá-la. Além de ter um custo condizente com o seu bolso, até porque se a ideia é investir na sua primeira bike não é bom gastar aquela fortuna. Uma bicicleta ruim ou que não condiz com o uso que fará dela é o primeiro passo para você deixá-la encostada, acumulando poeira.

Saiba o que você quer para sua bicicleta

A primeira escolha é a mais simples. Se o seu objetivo for treinar ou fazer uma atividade aeróbica complementar à musculação, você poderá optar pela mountain bike ou pela de estrada. A primeira é um curinga do ciclismo. Encara desafios em qualquer terreno e condição, até na cidade. Ela conta com uma coroa a mais na transmissão da corrente (o menor círculo da frente, de 22 dentes), que permite reduzir a força na pedalada, principalmente nas subidas. Já a de estrada potencializa a velocidade, priorizando o desempenho, e deve ser o foco de quem busca um treinamento regular e resistência aeróbica. Como o nome sugere, exige pisos nivelados como o asfalto.

Agora, se o propósito for apenas dar um giro nos fins de semana ou usá-la como meio de transporte na cidade, os modelos híbridos, as bicicletas urbanas, com geometria mais simples, bagageiro e guidão alto (que favorece o conforto), e mesmo as mountain bikes podem ser opções mais acertadas.

Ao definir o tipo de bicicleta, é importante analisar os seus componentes antes da compra. A qualidade e o equilíbrio entre elas variam muito, determinando o valor final do veículo, que pode variar mais de 200%. Quanto mais leves e resistentes, mais caras. A recomendação dos especialistas é: pense em gastar 10% a mais, nunca 10% a menos.

Sob medida

Bicicletas grandes demais ou pequenas para o seu tamanho podem ser causa de dores e desconforto. Não adianta comprar uma bicicleta muito cara se ela for do tamanho errado. Perde-se rendimento e possíveis dores podem fazer você parar de pedalar. Por isso, muitas lojas especializadas oferecem o serviço de bike fit, ajuste da bicicleta ao tamanho do usuário. O tamanho correto do quadro, o ajuste da altura do selim, a distância do guidão, do pedivela e de outros componentes, além de prevenir lesões, aumentam o conforto e o prazer de pedalar. Confira alguns ajustes importantes:

Guidão

Baixo, ele favorece o rendimento (no caso de uma bike de estrada). No entanto, pode causar tensão na região lombar e no pescoço, tanto no trapézio quanto na cervical, além de sobrecarregar os tríceps. Alto, o guidão aumenta o conforto e também a resistência do corpo ao ar. Embora muitos usem o antebraço como medida entre o selim e o avanço (ou mesa), a prática é controversa. Alguns especialistas preferem usar o joelho como referência. Sentado na bike, com um dos joelhos à frente e apoiado no pedal (paralelo ao chão), a patela deve estar alinhada ao eixo do pedal. Já o guidão deve bloquear a visão do cubo (centro) da roda da frente, de forma a não causar uma hiperextensão no pescoço.

Quadro

O tamanho de uma bicicleta está relacionado diretamente ao seu quadro. Se muito curto, ele gera insegurança e desequilíbrio; se longo, pode ocasionar dor na região lombar. Para encontrar o tamanho certo de quadro, deve-se medir o “cavalo” do ciclista – que vai do início da região interna da coxa até o pé. Com essa medida, faça a seguinte conta:

  • Em bike de estrada: multiplique a altura do cavalo por 0,65. O resultado é dado em centímetros.
  • Em mountain bike: subtraia 10 cm da altura do cavalo e divida por 2,54 (uma polegada). O resultado é em polegadas.

 Selim

É o banco da bicicleta. Quando muito alto, força a virilha e as panturrilhas, esticando o tendão calcâneo e dificultando a descida da bike. Se baixo, força demais a patela, os ligamentos e tendões e prejudica a potência da pedalada. Mantenha-o na altura da crista ilíaca da bacia. Quando sentado, a perna deve ficar estendida, mas relaxada, com o calcanhar apoiado no pedal. Para se certificar, pedale para trás nessa posição. Se o quadril se movimentar, é porque o selim ainda está alto.

Aproveite bem essas dicas. O dia doa Pais está chegando e a Indy Bike vai preparar boas ofertas para você adquirir sua bike. Aproveitem!